Veja outros textos inspiradores!
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Por Sarah WestphalJó, JÓ, 31:7, ´Se os meus passos se desviaram do caminho, se o meu coração segue os meus olhos, e se alguma mancha se apegou às minhas mãos,
Por Jó, Antigo Testamento"A concepção Fascista da vida sublinha a importância do Estado e aceita o indivíduo somente enquanto os seus interesses coincidam com aqueles do Estado, que luta pela consciência e pelo universal, a vontade do homem como ente histórico. É contrário ao liberalismo clássico, que surgiu como reação ao absolutismo e exauriu sua função histórica no momento em que o Estado se tornou a expressão da consciência e da vontade do povo. O liberalismo negou o Estado em nome do indivíduo, o Fascismo o reassegura".
Por Benito MussoliniO tempo não tem nada a ver com o quão preciosas são as memórias. Elas são sobre o quão importante foi o momento, quão significativo foi para a pessoa que o viveu.
Por KanonMateus, MT, 26:50, Jesus, porém, lhe disse: <J> - Amigo, o que você veio fazer?</J> Nisto, aproximando-se eles, agarraram Jesus e o prenderam.
Por Mateus, Novo TestamentoAs palavras são como moedas: uma pode valer por muitas, e muitas não valer por uma.
Por Francisco de QuevedoALVOROÇO Rouba, sim, meu sossego, ó alvoroço, eles todos O que acaso fiz eu, nos desencontros de outrora Sonhos sonhados, ideados, nenhum, só engodos Amor suspirado do meu coração não tenho agora O amor que amei, meu romantismo me tomaste E por sentir e viver o roubo não posso culpar-te E de amor eu permaneço. Qual amor me baste? Se qualquer não me basta, e me deixaste à parte E para ter o perdão como eu posso ser gentil? Se meu coração tremulo chora com tal frieza Que nem mesmo o meu afeto sabe ser sutil Nesta aflição, dos enganos, meu amor é presa Verdadeiros amadores, ao amor não trapaceia Nesta ilusão minha alma de poética está cheia © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 16/08/2021, 18’58” - Araguari, MG Shakespeareando
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL