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Há cem mil maneiras de perder o amor de uma mulher, e a única que não se previu é, precisamente, a que se realiza.
Por George SandVocês, que são indiferentes, não se apressem a ironizar as minhas eternas hesitações.
Por Bruno LatourNão, Tempo, não zombarás de minhas mudanças! As pirâmides que novamente construíste Não me parecem novas, nem estranhas; Apenas as mesmas com novas vestimentas.
Por William ShakespeareAinda assim eu me levanto Você pode me marcar na história Com suas mentiras amargas e distorcidas Você pode me esmagar na própria terra Mas ainda assim, como a poeira, eu vou me levantar. Meu atrevimento te perturba? O que é que te entristece? É que eu ando como se tivesse poços de petróleo Bombeando na minha sala de estar. Assim como as luas e como os sóis, Com a certeza das marés, Assim como a esperança brotando, Ainda assim, eu vou me levantar. Você queria me ver destroçada? Com a cabeça curvada e os olhos baixos? Ombros caindo como lágrimas, Enfraquecidos pelos meus gritos de comoção? Minha altivez te ofende? Não leve tão a sério Só porque rio como se tivesse minas de ouro Cavadas no meu quintal. Você pode me fuzilar com suas palavras, Você pode me cortar com seus olhos, Você pode me matar com seu ódio, Mas ainda, como o ar, eu vou me levantar. Minha sensualidade te perturba? Te surpreende Que eu dance como se tivesse diamantes Entre as minhas coxas? Saindo das cabanas da vergonha da história Eu me levanto De um passado enraizado na dor Eu me levanto Sou um oceano negro, vasto e pulsante, Crescendo e jorrando eu carrego a maré. Abandonando as noites de terror e medo Eu me levanto Para um amanhecer maravilhosamente claro Eu me levanto Trazendo as dádivas que meus ancestrais me deram, Eu sou o sonho e a esperança dos escravos. Eu me levanto Eu me levanto Eu me levanto.
Por Maya AngelouAladdin: Confias em mim? Jasmin: O que é que disseste? Aladdin: Confias em mim? Jasmin: Sim.
Por AladdinA imagem de Capitu ia comigo, e a minha imaginação, assim como lhe atribuíra lágrimas, há pouco, assim lhe encheu a boca de riso agora: vi-a escrever no muro, falar-me, andar à volta, com os braços no ar; ouvi distintamente o meu nome, de uma doçura que me embriagou.
Por Machado de Assis