Veja outros textos inspiradores!
Daniel, DN, 4:32, Você será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; você comerá capim como os bois, e passarão sete tempos, até que você reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer.
Por Daniel, Antigo TestamentoTemos um problema. Um problema chatinho chamado: ciúmes. Existe algumas definições sobre o ciúmes. Esse sentimento é natural do ser humano pela falta de exclusividade sobre o sentimento de alguém, ou não necessariamente. O fato é que: nem todas as pessoas sabem lidar com esse sentimento e acabam sufocando o outro. E claro, ninguém se sente bem sendo sufocado. Tudo bem que ciúmes às vezes tem seu ponto positivo, significa: cuidado, zelar por algo que você imagina ser seu. Você já deveria aprender que ninguém é de ninguém. Você não comprou aquela pessoa, você não assinou algum contrato que em alguma cláusula afirma que aquela pessoa é inteiramente sua até o fim da tua vida. Enfim, ninguém gosta de viver reprimido, preso, comprimido. Quando gostamos de alguém, achamos que temos o direito de tê-la. Ninguém pode tocar, pegar, morder, usar um pouquinho, muito menos chegar perto. É horrível saber que outra pessoa também pode fazer a tua pessoa feliz. A sensação de que outro sujeito também possa arrancar sorrisos do teu sujeito, conversar, sentir o cheirinho, seguir os bocejos pela manhã ou dormir de conchinha com a mesma qualidade que você ou até melhor, é tenso. É terrível saber que outra pessoa também possa gostar de quem você gosta, e quem você gosta pode também gostar de outra pessoa, e você pode ficar muito bem (ou muito mal), sozinho. Dói saber que as pessoas não são nossas. Que não sendo nossas, não vão ficar para sempre e em qualquer momento podem desistir da gente, podem ir embora, podem não querer mais ouvir a nossa vozinha chata e provar nosso temperamento difícil.
Por Iandê AlbuquerquePois o que importa na vida não é se recebemos aplausos; o que importa é se temos coragem de nos aventurar apesar da incerteza da aclamação.
Por Amor TowlesA maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Por Vinicius de Moraes