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É preciso administrar o desprezo com extrema parcimônia, pois o número de necessitados é muito grande.
Por François ChateaubriandDeuteronômio, DT, 10:8, - Por esse mesmo tempo, o Senhor separou a tribo de Levi para levar a arca da aliança do Senhor, para estar diante do Senhor, para o servir e para abençoar em seu nome até o dia de hoje.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoMiquéias, MQ, 5:10, ´Naquele dia`, diz o Senhor, ´eliminarei do meio de vocês os cavalos e destruirei os carros de guerra;
Por Miquéias, Antigo TestamentoOséias, OS, 8:14, Porque Israel se esqueceu do seu Criador e edificou palácios, e Judá multiplicou cidades fortificadas; mas eu enviarei fogo contra as suas cidades, fogo que consumirá os seus palácios.`
Por Oséias, Antigo TestamentoEntre nós o desejo entre nós nosso tempo. Não vá nos deixar sem seu beijo se tudo o que há não é muito mais do que um momento. Quanto mais eu te quero mais sei esperar eu espero...
Por Adriana CalcanhottoOs dois testes mais duros no caminho espiritual são a paciência para esperar o momento certo e a coragem de não nos decepcionar com o que encontramos.
Por Paulo CoelhoO PÁSSARO CATIVO Armas, num galho de árvore, o alçapão. E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão. Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada. Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo. Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho mudo, arrepiado e triste, sem cantar? É que, criança, os pássaros não falam. Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender. Se os pássaros falassem, talvez os teus ouvidos escutassem este cativo pássaro dizer: "Não quero o teu alpiste! Gosto mais do alimento que procuro na mata livre em que a voar me viste. Tenho água fresca num recanto escuro. Da selva em que nasci; da mata entre os verdores, tenho frutos e flores, sem precisar de ti! Não quero a tua esplêndida gaiola! Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi... Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido. Entre os galhos das árvores amigas... Solta-me ao vento e ao sol! Com que direito à escravidão me obrigas? Quero saudar as pompas do arrebol! Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas! Por que me prendes? Solta-me, covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade! Não me roubes a minha liberdade... QUERO VOAR! VOAR!..." Estas coisas o pássaro diria, se pudesse falar. E a tua alma, criança, tremeria, vendo tanta aflição. E a tua mão, tremendo, lhe abriria a porta da prisão...
Por Olavo Bilac