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Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!

Por Apóstolo Paulo

⁠Regra de ouro da amizade: se quer que as pessoas gostem de você, faça com que elas se sintam bem consigo mesmas.

Por Jack Schafer

Salmos, SL, 114:8, Ele transformou a rocha em lençol de água e o rochedo, em manancial.

Por Salmos, Antigo Testamento

A vida é um problema atrás do outro. A diferença é como você vê o problema e como aprende com ele. No momento em que você passa a aprender com o problema , sua vida fica muito melhor.

Por Lair Ribeiro

É difícil saber o que é importante na vida. Nós não notamos o que é pequeno demais e não estamos preparados para o que é muito grande.

Por Calvin

Comece a sonhar novamente. Estabeleça um plano, lembre-se de suas forças, continue com entusiasmo e amor e tudo ficará bem.

Por Brendon Burchard

A maior besteira que eu fiz foi te deixar ir Passarinho quando escapa da gaiola Não volta, ele é livre pra voar Mas se por acaso ele voltar Já não é mais o mesmo

Por João Gustavo e Murilo

⁠Há segredos que não medimos esforços para guardar.

Por Duna: A Profecia (série)

????????????Cada um de nós tem um talento guardado para ser transformado em virtude???????????? Boa noite!

Por melanialudwig

Poema à Mãe No mais fundo de ti, eu sei que traí, mãe Tudo porque já não sou o retrato adormecido no fundo dos teus olhos. Tudo porque tu ignoras que há leitos onde o frio não se demora e noites rumorosas de águas matinais. Por isso, às vezes, as palavras que te digo são duras, mãe, e o nosso amor é infeliz. Tudo porque perdi as rosas brancas que apertava junto ao coração no retrato da moldura. Se soubesses como ainda amo as rosas, talvez não enchesses as horas de pesadelos. Mas tu esqueceste muita coisa; esqueceste que as minhas pernas cresceram, que todo o meu corpo cresceu, e até o meu coração ficou enorme, mãe! Olha — queres ouvir-me? — às vezes ainda sou o menino que adormeceu nos teus olhos; ainda aperto contra o coração rosas tão brancas como as que tens na moldura; ainda oiço a tua voz: Era uma vez uma princesa no meio de um laranjal... Mas — tu sabes — a noite é enorme, e todo o meu corpo cresceu. Eu saí da moldura, dei às aves os meus olhos a beber, Não me esqueci de nada, mãe. Guardo a tua voz dentro de mim. E deixo-te as rosas. Boa noite. Eu vou com as aves.

Por Eugénio de Andrade