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Salmos, SL, 107:25, Pois Deus falou e fez levantar o vento tempestuoso, que elevou as ondas do mar.

Por Salmos, Antigo Testamento

A razão é a consciência do ser, mas não o conhecimento dele. A razão humana não é a causa da existência do homem, não foi a razão que criou o meu corpo, portanto não é ela que vai entendê-lo.

Por Giambattista Vico

Veja às dificuldades com um olhar diferente; pois, a fé fará você ver além da tempestade, e então verás que nunca estivestes só.

Por c.lourenço

⁠Se temos apenas horas e minutos, vou gravá-los na memória para poder me lembrar deles como quando fecho meus olhos e vejo seu rosto divino. Você nunca está longe dos meus pensamentos.

Por A Última Carta de Amor (filme)

Esdras, ED, 2:9, Os filhos de Zacai, setecentos e sessenta.

Por Esdras, Antigo Testamento

Nunca diga te amo se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo.

Por Desconhecido

⁠Eu precisava ter essa liberdade na vida, que só pode ser alcançada quando se sonha alto e arrisca.

Por Bebê Rena (série)

⁠O dizido das horas no Sertão por Jessier Quirino Para o sertanejo antigo, O ponteirar do relógio, De hora em hora, a passar, Da escurecença da noite, À solnascença do dia, É dizido, ao jeito deles, No mais puro boquejar: Se diz até que os bichos, Galo, nambu, jumento, Sabe as hora anunciar! Uma hora da manhã, Primeiro canto do galo. Quando chega duas horas, Segundo galo, a cantar. Às três, se diz madrugada, Às quatro, madrugadinha, Ou o galo a miudar! Às cinco, é o cagar dos pintos, Ou, mesmo, o quebrar da barra. Quando é chegada seis horas, Se diz: o sol já de fora, Cor de Crush, foi-se embora… E tome o dia, a calorar! Sete horas da manhã É uma braça de sol. O sol alto é oito em ponto, O feijão tá quase pronto E já borbulha o mungunzá! Sendo verão, ou, se chove, Ponteiro bateu as nove… É hora de almoçar! Às dez é almoço tarde, Pra quem vem do labutar. Se o burro dá onze horas, Diz: quase mei dia em ponto! Às doze é o sol a pino, Ou o pino do meio dia. O suor desce de pia, Sertão quente, de torá! Daí pa frente, o dizido, Ao invés de treze horas, Se diz: o pender do sol. Viração da tarde é duas, Quando é três, é tarde cedo, Às quatro, é detardezinha, Hora branda, sem calor. O sol perde a cor de zinco Quando vai chegando às cinco, Roda do sol… a se por! Às seis é o por do sol, Ou hora da Ave Maria. Dezenove, ou sete horas, Se diz que é pelos cafús. Às oito, boca da noite, Lá pras nove, é noite tarde, Às dez, é a hora velha, Ou a hora da visage! É quando o povo vê alma, Nos escuros do lugar. É horona pirigosa, Fantasmenta e assustosa, Pro cabra se estupefar! Às onze, é o frião da noite, É Sertão velho, a gelar, Meia noite é meia noite E acabou-se o versejar. Mais um dia foi-se embora E, assim, é dizida as horas Neste velho linguajar!

Por Jessier Quirino

A covardia Impera sob a ignorância Mas a esperança É substância pra mudar Mudar as coisas de lugar

Por Flaira Ferro

Sinto informar Essas malas que estão no carro São todas as que eu vou levar Mas antes de ir quero que se recolha Pra não ter que ir presenciar Minha volta sem volta direto pro lugar Onde eu te levaria pra conhecer meu lar Cabe tudo no peito e se não é só deixar De levar você em mim

Por Bravaguarda