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O ideograma chinês não tenta ser a imagem de um som ou um signo escrito que relembre um som, mas é ainda o desenho de uma coisa.
Por Ezra PoundEclesiastes, EC, 1:4, Geração vai e geração vem, mas a terra permanece para sempre.
Por Eclesiastes, Antigo TestamentoNão Creio nesse DeusI Não sei se és parvo se és inteligente — Ao disfrutares vida de nababo Louvando um Deus, do qual te dizes crente, Que te livre das garras do diabo E te faça feliz eternamente. II Não vês que o teu bem-estar faz d'outra gente A dor, o sofrimento, a fome e a guerra? E tu não queres p'ra ti o céu e a terra.. — Não te achas egoísta ou exigente? III Não creio nesse Deus que, na igreja, Escuta, dos beatos, confissões; Não posso crer num Deus que se maneja, Em troca de promessas e orações, P'ra o homem conseguir o que deseja. IV Se Deus quer que vivamos irmãmente, Quem cumpre esse dever por que receia As iras do divino padre eterno?... P'ra esses é o céu; porque o inferno É p'ra quem vive a vida à custa alheia!
Por Antonio AleixoÀs vezes esquecemos que, embora os dados devam ser puros e diretos, a ciência é feita por pessoas que nunca o são.
Por Adam RutherfordJá trazes, ao nascer, a tua filosofia. As razões? Essas vêm posteriormente, Tal como escolhes, na chapelaria, A forma que mais te assente...
Por Mario QuintanaA mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.
Por Oliver Wendell Holmes Sr.Sinta-se envergonhado de morrer até que você tenha conseguido alguma vitória para a humanidade.
Por Horace MannE juro que vou guardar Dentro do coração Os segredos da paixão Basta um sorriso ou um aceno Um abraço e teu veneno Meu pedaço de ilusão
Por Beth CarvalhoImagens que passais pela retina Dos meus olhos, porque não vos fixais? Que passais como a água cristalina Por uma fonte para nunca mais!... Ou para o lago escuro onde termina Vosso curso, silente de juncais, E o vago medo angustioso domina, Porque ides sem mim, não me levais? Sem vós o que são os meus olhos abertos? O espelho inútil, meus olhos pagãos! Aridez de sucessivos desertos... Fica sequer, sombra das minhas mãos, Flexão casual de meus dedos incertos, Estranha sombra em movimentos vãos.
Por Camilo Pessanha