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João, JO, 14:6, Jesus respondeu: <J> - Eu sou o caminho,</J> <J>a verdade</J> <J>e a vida;</J> <J>ninguém vem ao Pai senão por mim.</J>
Por João, Novo TestamentoMarcos, MC, 6:1, Tendo saído dali, Jesus foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam.
Por Marcos, Novo TestamentoObrigado! Palavra simples: dizemo-la a toda hora, sinal de reconhecimento do outro; gota de óleo quase imponderável na leveza da sua matéria, é, no entanto, preciosa no momento de amaciar a difícil engrenagem que são as relações humanas. Moeda corrente do cotidiano, traz, porém, no metal em que se fundiu o compromisso ético que lhe vem da ideia de obrigação. Dizê-la é também um dever.
Por Alfredo BosiEu não quero ter medo de morrer, mas então me mostre aquele truque de novo, Aquele onde nós Renascemos, Em corpos que saibam como Andar pelo fogo
Por Caitlyn SiehlJó, JÓ, 10:5, São os teus dias como os dias de um mortal? Ou são os teus anos como os anos de um ser humano,
Por Jó, Antigo TestamentoII Coríntios, 2CO, 12:20, Pois tenho receio de que, indo até aí, eu não os encontre na forma em que gostaria de encontrá-los, e que também vocês me achem diferente do que esperavam, e que haja entre vocês briga, inveja, ira, egoísmo, difamação, intriga, orgulho e tumulto.
Por II Coríntios, Novo TestamentoABISMAL Meus olhos estão olhando De muito longe, de muito longe, Das infinitas distâncias Dos abismos interiores. Meus olhos estão a olhar do extremo longínquo Para você que está diante de mim. Se eu estendesse a mão, tocaria a sua face.
Por Helena KolodyAssim que a gente entrega a alma, tudo continua com mortal certeza, mesmo no meio do caos. Desde o princípio, jamais passou de outra coisa que não o caos: um fluido que me envolvia, que eu respirava pelas guelras. Nos substratos, onde a lua brilhava constante e opaca, era liso e fecundante; acima, confusa vozearia e discórdia. Em tudo eu via logo um oposto, uma contradição, e entre o real e irreal, a ironia, o paradoxo. Eu era o meu pior inimigo. Não desejava fazer nada que fosse melhor não fazer. Mesmo em criança, quando não me faltava nada, queria morrer: queria render-me porque não via sentido em lutar. Sentia que nada se provaria, consubstanciaria, somaria ou subtrairia pela continuação de uma existência que eu não pedira. Todos á minha volta eram um fracasso, ou, se não, ridículos. Sobretudo os bem-sucedidos. Estes me entediavam até as lágrimas. Eu era excessivamente compreensivo, mas não por simpatia. Era uma qualidade totalmente negativa, uma fraqueza que desabrochava à simples visão da infelicidade humana. Jamais ajudei a quem quer que fosse esperando que isso fizesse algum bem; ajudava porque não podia agir de outro modo. Parecia-me fútil querer mudar a condição das coisas; convencera-me de que nada se alteraria, a não ser uma mudança de opinião, e quem conseguiria mudar opiniões dos homens? De vez em quando, um amigo se convertia: coisa que me dava engulhos. Eu não precisava mais de Deus do que Ele de mim, e se houvesse um Deus, dizia-me muitas vezes, eu O enfrentaria com toda calma e cuspiria em Sua cara.
Por Henry Miller