Veja outros textos inspiradores!

Amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxas. Discordo dessa frase , amar é uma das maiores virtudes do ser humano, ninguém perde por oferecer amor, tão pouco por ser honesto. Acredito que essa frase deveria ser reformulada, trouxa é quem ilude, quem fornece esperanças ao coração dos outros , aquele que ignora, ou aquele que alimenta seu ego em detrimento do sentimento alheio, trouxa mesmo é quem não sabe amar. Por isso, questionem essa frase, cultivem seu amor próprio, abram os olhos para as falsas promessas, e um dia aparecerá aquele(a), que não lhe dirá nada, apenas o acompanhará de bom grado pela vida.

Por joao

Nunca vi um rosto sorridente que não fosse bonito.

Por H. Jackson Brown Jr

I Reis, 1RS, 12:25, Jeroboão edificou Siquém, na região montanhosa de Efraim, e passou a residir ali; dali edificou Penuel.

Por I Reis, Antigo Testamento

Eu poderia fazer você feliz Fazer os seus sonhos se tornarem Realidade Não há nada que eu não faria Iria até o fim Da Terra por você Para fazer você sentir o meu amor ♫

Por Adele

Sinto que progrido na medida em que começo a não entender nada de nada.

Por Charles Ramuz

Romanos, RM, 16:12, Saúdem Trifena e Trifosa, as quais trabalham no Senhor. Saúdem a querida Pérside, que também muito trabalhou no Senhor.

Por Romanos, Novo Testamento

Meu amor, ele me faz sentir como ninguém Como ninguém Mas meu amor, ele não me ama, então eu digo a mim mesma Eu digo a mim mesma Um, não atenda o telefone Você sabe que ele só está ligando Porque está bêbado e sozinho Dois, não o deixe entrar Você precisa expulsá-lo novamente

Por Dua Lipa

NINGUÉM CONSEGUE VIVER DE JANELAS FECHADAS Imagine abrir sua janela ao acordar e, do mesmo modo que as lagartas magicamente se borboleteiam pelas paisagens da vida, encontrar uma fruta que se oferece a você. Clama por seu gesto de sorvê-la inteira. Entregando assim sua gratidão a um dos tantos presentes que a natureza diariamente lhe dá, sem exigir nada em troca. Saber receber é uma arte. Abrir os braços, o sorriso, o corpo e o coração e dispor-se aceitar quem estende o afeto a você. Receber exige coragem. Integridade. Desejo. Iniciativa. Transparências do querer genuíno. Quantas vezes ansiamos por algo ou por alguém, mas amortecemos as vontades, anulando-as até, enquanto trancamos nossas demandas nas gavetas da privação. Por absurdo que pareça é mais fácil morrermos de fome. Agarrarmo-nos a uma soberba imbecil, estruturada na deplorável e ilusória onipotência de sermos autossuficientes. Autotróficos como as plantas, que extraem do solo a nutrição de que necessitam. Mais fácil esbofetearmos os ventos da amorosidade que nos acariciam os sentimentos. Cuspirmos na possibilidade de promovermos sinergias junto a alguém. Seja no trabalho, nos relacionamentos sociais, ou nos pares que pretendem abrir-se para os aconchegos da intimidade. O medo de perder anuncia-se sob várias roupagens e disfarces – e é, além de costumeiro, renitente visitante da nossa existência. Enraizado nas couraças do espírito e aparentemente irrevogável. Por que provarmos do mel, acendermos nossa gula se poderemos perdê-lo repentinamente? Melhor equivaler seu gosto ao do fel — recusando, então, o favo que nos provoca. Você pode apossar-se da faca que reina afiadíssima em sua cozinha. Enterrá-la de vez no cérebro, sem qualquer anestesia. Expulsar do crânio sangrento e agonizante os neurônios que julga imprestáveis. Soldados do exílio voluntário. Apologistas das vantagens da solidão. Guardiões de silêncios nefastos, porque avessos às manifestações de carinho. Como, por exemplo, a dedicação às causas sociais deste mundo apodrecido que tanto nos constrange. Coma a fruta, vai. Aceite a flor. Namore a borboleta que baila suas cores, bem diante dos seus olhos surpresos. Ela apresenta seu espetáculo, ondulando no ar da poesia, toda feliz e de graça. Coma a fruta, vai. Aceite a ajuda de um parceiro de caminhada para chegar àquela cachoeira tão bela quanto escondida dos visitantes nas matas. Prefere pêssegos, caquis, mangas — uma goiaba madura e vermelha? Jogue o orgulho no lixo. Você mora só, jura ser independente por todos os poros, mas não consegue dar o nó na gravata. Subir o zíper do vestido. Matar a barata enorme e cascuda que o encara feroz no teto da sala. A vergonha de pedir ajuda é tão estúpida quanto a sua recusa em declarar amor a quem o rodeia. Fraqueza solicitar auxílio. Disso você não duvida. Outro gesto impensável é pedir perdão. Esta humilhação inadmissível não pode manchar seu currículo atitudinal. E assim vamos sobrevivendo — ou melhor levitando, como autômatos neste planeta. Roubando romances jamais experimentados de páginas literárias já gastas. Angariando sonhados momentos, valendo-nos das muletas da imaginação que tingem de cores atraentes algumas cenas do filme a que resolveu assistir. Quanta covardia. Esconder a premência do amor atrás das portas do cotidiano. Esmagar a linda borboleta com suas mãos cegas e insanas. Arrancar do galho a fruta mais desejada e atirá-la ao chão, triunfante, num arremedo de falido desdém. Nem sempre percebemos o inverno que nos invade. Tiritamos de frio, porém permanecemos inconscientes. Expomo-nos a pneumonias na alma. Vestidos de acintosa nudez, trocamos nossos braços de abraçar pelo repúdio dos galhos secos e mortos. Felizmente a vida se revela em ondas, ciclos, luzes distintas. Nada permanece igual. Nem mesmo a maldade, a tristeza ou a insensibilidade. Nem mesmo o medo agarrado a você como uma criança pequena e indefesa. Pode ser que as janelas agora estejam fechadas. Mas estamos sujeitos a descuidos, distrações ou aos ímpetos de ventanias. É neste instante que as frutas se oferecem novamente. E mais uma vez você tem a chance de colhê-las.

Por Graça Taguti

há sempre um mar invisível despejado a conta-gotas pingando nos olhos de quem sofre o sal que queima a retina e as veias violentas ondas de miséria só quem sofre [por amor] pode saber as algas presas aos meus cabelos e o sempre-mar na ressaca dos meus olhos

Por Jarid Arraes

⁠As mentiras simples são as mais difíceis, curiosamente. As grandes parecem rolar da nossa língua.

Por Fiona Barton