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Jeremias, JR, 51:54, ´Da Babilônia se ouvem gritos, e da terra dos caldeus, o ruído de grande destruição.
Por Jeremias, Antigo TestamentoÉ possível guardar na mente um milhão de fatos e ainda assim ser totalmente sem educação.
Por Alec BourneEla se recuperaria a tempo de ver tudo que ainda existia em volta dela porque a tristeza era uma coisa muito grande, mas ainda era apenas uma das coisas.
Por Camila Maccari (autora)When your mind is a mess so is mine, I cant sleep cause it hurts when I think, my thoughts aren't at peace with the plans that we make, chances we take they're, not yours and not mine. there's waves that can break.. all the words that we said and the words that we mean. words can fall short, can't see the unseen cause the world is awake for somebody's sake now, please close your eyes.. please get some sleep Well, too much silence can be misleading You're drifting I can hear it in the way that your breathing We don't really need to find reason Cause out the same door that it came well its leaving Leaving like a day that's done and part of a season Resolve is just a concept that's as dead as the leaves But at least we can sleep, its all that we need When we wake we will find Our minds will be free to go to sleep And know that if I knew.. knew all the answers I would nt hold them from you'd know all of the things that i'd know 'cause we told each other, there is no other way..
Por Jack JohnsonPluralidade Humana A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra. Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
Por Hannah ArendtA Garota que eu amo A garota que eu amo é como um sonho em dia de verão, capaz de fazer resplandecer o Sol em céu de tempestade com um simples olhar seu. A garota que eu amo fala tudo ao contrário, vive rindo à toa e gosta de ouvir mil vezes a mesma coisa A garota que eu amo é sincera, humilde e companheira e às vezes se chateia se eu não fico com ela até não mais poder A garota que eu amo tem um jeito todo especial de encantar, maravilhar e de ser A garota que eu amo não me ama mas eu à amarei sempre Eternamente...
Por Augusto BrancoII Samuel, 2SM, 15:28, Vejam: vou ficar esperando nos vaus do deserto até que me venham notícias de vocês.
Por II Samuel, Antigo TestamentoNenhum de nós passeia impune pelos retratos: fazem-nos doer os recessos da memória. Deles saltam, por vezes, sustos, primeiras noites, secreta loucura, lábios que foram. Interditam-nos sempre. Trepam-nos pelo torpor mais desprevenido, subsistem. A sua perenidade é volátil e cheia de venenosos ardis. Um sopro no acetato. Distintos, os seus contornos não são nunca os que supomos.
Por Eduardo Pitta