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⁠Meus olhos cansado se abrem pra um novo día Engulo a saliva da minha própria rebeldia E quem diria que um día cê me ouviria falar? É que minhas correntes foram soltas antes d'eu me expressar Tardia, e sinto que aquí não posso caminhar Meu corre é longo, mais um pulo, chego onde quero chegar Por onde quero, posso até chegar numa ilusão Mas sigo em frente e nem sempre ouço o meu coração

Por Jup do Bairro

O TEMPO A VIDA Não coincide o tempo com a vida tão tarde o aprendemos Fora dele vivida conhecemos antes de nela entrarmos a saída Num retrocesso intemporal vivemos intemporal decerto é a nossa vida (O vocábulo tempo, Rua de Portugal, Assírio & Alvim, 2002)

Por Gastão Cruz

Provérbios, PV, 23:1, Quando você se assentar para comer com um governador, leve bem em conta quem está diante de você.

Por Provérbios, Antigo Testamento

⁠Eu não me importo se este lugar é uma prisão ou uma cerca para você. Eu estarei aqui ao seu lado.

Por Hotel del Luna

⁠Aquela noite foi tão boa Pena que o tempo voa Eu só queria te dizer Que o tempo corre, não perdoa Contigo quero ficar à toa Não demora aparecer

Por A Banca 021

Tudo o que fiz, cada decisão que tomei, mesmo que hoje me pareça lamentável foi... foi por amor a você.

Por After: Depois da Promessa

Os grandes feitos são conseguidos não pela força, mas pela perseverança.

Por Samuel Johnson

A Velha Amiga Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. Isso independente de qualquer recordação de felicidade ou de tristeza, de tempo mais feliz, menos feliz. Saudade de nada. Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles. A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais. Queria ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou expirimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude. Meu Deus, acha-me capaz de atitudes, pensa que eu me rebaixaria a isso? Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. Mas nós, como é que vamos ter saudades de um trapo velho que não nos cabe mais? Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir. E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos. Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. Em que se pesam os valores do mundo por uma balança emocional, com medidas baralhadas; um quilo às vezes vale menos do que um grama; e por essas medida, pode-se descobrir a diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo e uma arroba de plumas. Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo. Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. Ai, um um dos piores tormentos dos jovens é justamente o desapego das coisas, essa instabilidade do querer, a sede do que é novo, o tédio do possuído. E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques. Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou. (Crônica publicada no jornal "O Estado de São Paulo" - 13/01/2001)

Por Rachel de Queiroz

A droga ilegal é ilusória, ela faz mal. Você vai encontrar pessoas na vida que vão dizer para você experimentar. Saiba! Você é livre para experimentar, MAS VOCÊ TAMBÉM É LIVRE PARA NÃO EXPERIMENTAR. E desse ponto de vista, VOCÊ NÃO É OBRIGADO A SER COMO OS OUTROS SÃO QUANDO ELES NÃO SÃO CORRETOS. VOCÊ É SIM...OBRIGADO A SER COMO OS OUTROS SÃO QUANDO ELES SÃO CORRETOS. Isto é, um benefício precisa ser imitado, o malefício não. Aqui está; a escolha agora é tua.

Por Mario Sergio Cortella

Romanos, RM, 11:21, Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não poupará você.

Por Romanos, Novo Testamento