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Se é difícil impedir de pensar os povos que se acostumaram a isso, é cem vezes mais difícil forçar a pensar os que o esqueceram ou desaprenderam.
Por Edgar QuinetAs vezes a gente encontra, Uma pessoa em meio a tantas, Que na troca de uma olhar, E um sorriso a esboçar, O mundo chega a parar. Olhamos para um lado, E depois para o outro, Mas não adianta disfarçar, O que o destino outrora apresentou, Marcado agora ficou. E ainda digo mais, Pois o tempo pode passar, E a distancia aumentar, Mas aquele instante, Para sempre ira durar.
Por LeBlonA vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho relaciona-se mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós.
Por Jane AustenA nossa vaidade gostaria que o que fazemos melhor fosse considerado como aquilo que mais nos custa. Para explicar a origem de certas morais.
Por Friedrich NietzscheIsaías, IS, 33:6, Ó Sião, no seu tempo haverá estabilidade, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento. O temor do Senhor será o seu tesouro.
Por Isaías, Antigo TestamentoA melhor forma de te não dizerem pequeno é dizeres dos outros que são grandes. Sobretudo se for mentira.
Por Vergílio FerreiraProvérbios, PV, 4:10, Meu filho, escute e aceite as minhas palavras, e os anos de sua vida se multiplicarão.
Por Provérbios, Antigo TestamentoTiago, TG, 1:24, pois contempla a si mesmo, se retira e logo esquece como era a sua aparência.
Por Tiago, Novo TestamentoO PÁSSARO CATIVO Armas, num galho de árvore, o alçapão. E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão. Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada. Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo. Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho mudo, arrepiado e triste, sem cantar? É que, criança, os pássaros não falam. Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender. Se os pássaros falassem, talvez os teus ouvidos escutassem este cativo pássaro dizer: "Não quero o teu alpiste! Gosto mais do alimento que procuro na mata livre em que a voar me viste. Tenho água fresca num recanto escuro. Da selva em que nasci; da mata entre os verdores, tenho frutos e flores, sem precisar de ti! Não quero a tua esplêndida gaiola! Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi... Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido. Entre os galhos das árvores amigas... Solta-me ao vento e ao sol! Com que direito à escravidão me obrigas? Quero saudar as pompas do arrebol! Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas! Por que me prendes? Solta-me, covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade! Não me roubes a minha liberdade... QUERO VOAR! VOAR!..." Estas coisas o pássaro diria, se pudesse falar. E a tua alma, criança, tremeria, vendo tanta aflição. E a tua mão, tremendo, lhe abriria a porta da prisão...
Por Olavo Bilac