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Não seria feliz sem a arte em minha vida a música, os livros, os quadros nas paredes, as artes de ruas, as interpretações de textos no teatro, a dança, a forma como ela conduz vidas são luz divina e extraordinariamente incrível viajarei eternamente nesse mundo encantado. Como dizia Friedrich Nietzsche: Temos a arte para não morrer da verdade.

Por Antonia Diniz

⁠Sinto muito, mas não entendo. Se devemos ignorar tudo o que há de errado em nossas vidas, então não vejo como consertaremos as coisas.

Por A.S. King

SONATA DE OUTONO Versos de folhas caídas Circuito de vida, na vida Folhas mortas, já vencidas Num balé de vinda e ida Vão ao chão, são paridas Trilha de ilusão descida Na melancolia, ouvidas Numa inevitável corrida Do fado, no seu instante Duma outrora agonizante Em apelos da mocidade De tão veloz, e vai avante No seu horizonte gigante Os outonos e a saudade... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 2018, 13 de março Cerrado goiano

Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

A arqueologia é a busca de fatos, não da verdade.

Por Indiana Jones e a Última Cruzada

Pintar é fácil se não sabeis pintar - quando souberdes pintar, é ao contrário.

Por Edgar Degas

Alguns ainda nos perguntam: o que vocês querem? Respondemos com três palavras que resumem nosso programa todo. Aqui estão elas: Itália, República, Socialização… Socialização não é nada mais que a implantação do socialismo italiano.

Por Benito Mussolini

A maioria das meninas guarda cartas de amor, mas você guarda armas.

Por Danielle L. Jensen

Salmos, SL, 119:29, Afasta de mim o caminho da falsidade e favorece-me com a tua lei.

Por Salmos, Antigo Testamento

A MULHER (A C…) A mulher sem amor é como o inverno, Como a luz das antélias no deserto, Como espinheiro de isoladas fragas, Como das ondas o caminho incerto. A mulher sem amor é mancenilha Das ermas plagas sobre o chão crescida, Basta-lhe à sombra repousar um’hora Que seu veneno nos corrompe a vida. De eivado seio no profundo abismo Paixões repousam num sudário eterno… Não há canto nem flor, não há perfumes, A mulher sem amor é como o inverno. Su’alma é um alaúde desmontado Onde embalde o cantor procura um hino; Flor sem aromas, sensitiva morta, Batel nas ondas a vagar sem tino. Mas, se um raio do sol tremendo deixa Do céu nublado a condensada treva, A mulher amorosa é mais que um anjo, É um sopro de Deus que tudo eleva! Como o árabe ardente e sequioso Que a tenda deixa pela noite escura E vai no seio de orvalhado lírio Lamber a medo a divinal frescura, O poeta a venera no silêncio, Bebe o pranto celeste que ela chora, Ouve-lhe os cantos, lhe perfuma a vida… – A mulher amorosa é como a aurora. S. Paulo – 1861⁠

Por Fagundes Varela

O jovem diz o que pensa. O velho pensa o que diz.

Por Mário Silva Brito