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"A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas mãos todo domingo, cantando: 'Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu devo ser forte! Amém!"
Por Dan BarkerSão as circunstâncias que governam os homens, não os homens que governam as circunstâncias.
Por HeródotoUm escritor deve acreditar que o que está a fazer é o mais importante do mundo. E deve apegar-se a esta ilusão, ainda que saiba que não é verdade.
Por John SteinbeckI Crônicas, 1CR, 26:7, Os filhos de Semaías foram: Otni, Rafael, Obede e Elzabade, cujos irmãos Eliú e Semaquias eram homens valentes.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoAo final, nem mesmo me sentia infeliz, mas apenas apática. Nada parecia ter qualquer importância. E os anos foram passando.
Por Agatha ChristieII Reis, 2RS, 7:6, Porque o Senhor tinha feito com que no arraial dos sírios se ouvisse um ruído de carros de guerra e de cavalos e o ruído de um grande exército, de maneira que disseram uns aos outros: - Eis que o rei de Israel contratou os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem contra nós.
Por II Reis, Antigo TestamentoLucas, LC, 10:39, Marta tinha uma irmã, chamada Maria, que, assentada aos pés do Senhor, ouvia o seu ensino.
Por Lucas, Novo TestamentoPENSO E PASSO Quando penso que um palavra Pode mudar tudo Não fico mudo Mudo Quando penso que um passo Descobre o mundo Não paro o passo Passo E assim que passo e mudo Um novo mundo nasce Na palavra que penso.
Por Alice Ruiz— O meu nome é Severino, como não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, que é santo de romaria, deram então de me chamar Severino de Maria como há muitos Severinos com mães chamadas Maria, fiquei sendo o da Maria do finado Zacarias. Mais isso ainda diz pouco: há muitos na freguesia, por causa de um coronel que se chamou Zacarias e que foi o mais antigo senhor desta sesmaria. Como então dizer quem falo ora a Vossas Senhorias? Vejamos: é o Severino da Maria do Zacarias, lá da serra da Costela, limites da Paraíba. Mas isso ainda diz pouco: se ao menos mais cinco havia com nome de Severino filhos de tantas Marias mulheres de outros tantos, já finados, Zacarias, vivendo na mesma serra magra e ossuda em que eu vivia. Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida: na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra, no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas e iguais também porque o sangue, que usamos tem pouca tinta. E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte de fome um pouco por dia (de fraqueza e de doença é que a morte severina ataca em qualquer idade, e até gente não nascida). Somos muitos Severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima, a de tentar despertar terra sempre mais extinta, a de querer arrancar alguns roçado da cinza. Mas, para que me conheçam melhor Vossas Senhorias e melhor possam seguir a história de minha vida, passo a ser o Severino que em vossa presença emigra. (Morte e Vida Severina - Introdução)
Por João Cabral de Melo Neto