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Me esvazio em lágrimas e me encho de esperanças. E me renovo, porque lavar a alma de vez em quando, faz muito bem.

Por Rosi Coelho

É difícil, é complicado, mas vai passar... Se não passar a gente acostuma.

Por 50 Tons de Cinza

Tu és a antecipação do último filme que assistirei.

Por João Cabral de Melo Neto

II Crônicas, 2CR, 20:31, Josafá reinou sobre Judá. Ele tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou vinte e cinco anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Azuba e era filha de Sili.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

ACORDEI COM SAUDADES DE VOCE. Acordei com saudades de você Coloquei aquela musica que era mais sua que minha. Lembrei-me do seu olhar perdido para lua, E, após tantos anos percebi que era perdido para mim. Chorei uma lagrima contida, Afinal os segundos viraram anos E num lapso serão séculos os segundos de nossa separação. A música invade o castelo das nuvens, Levanta o pó do sótão e faz os seus achados, Engraçado que sempre me vejo com o rosto amassado Em contraste com seu rosto mais lindo, Rosto sem maquiagem acordando ao meu lado. Mexendo em minhas recordações, Ao seu lado nunca acordei mal humorado. Era leve. Leve como a pluma de má coruja, pois tinha você. Você era as notas de minha partitura particular. Hoje pela bilionésima vez acordei chorando Meu dragão lambendo meu rosto Esta noite sonhei com você. Jogo pela janela uma oração de felicidade a você Que seu príncipe lhe de um baú de sonhos bons Pois eu e meu dragão iremos à luta Mas meu coração hoje esta apertado. Andre Zanarella 16-08-2012 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4165581

Por André Zanarella

Há na sensualidade uma espécie de alegria cósmica.

Por Jean Giono

O Caçador de Pipas Era uma vez... As histórias maravilhosas começam assim. Não importa o tamanho delas. Se começam por era uma vez, são sempre maravilhosas. Pois era uma vez um homem. Um homem pobre que de precioso só tinha um cálice. Nele, ele bebia a água do riacho que passava próximo à sua casa. Nele, bebia leite, quando o conseguia, em troca de algum trabalho. Era pobre, mas feliz. Feliz com sua esposa, que o amava. Feliz em sua pequena casa, que o sol abraçava nos dias quentes, tornando-a semelhante a um forno. Feliz com a árvore nos fundos do terreno, onde escapava da canícula. Saía pelas manhãs em busca de algum trabalho que lhe garantisse o alimento a ele e à esposa, a cada dia. Assim transcorria a vida, em calma e felicidade. Nas tardes mornas, quando retornava ao lar, era sempre recebido com muita alegria. Era um homem feliz. Trazia o coração em paz, sem maiores vôos de ambição. Então, um dia... Sempre há um dia em que as coisas acontecem e mudam o rumo da História. Pois, nesse dia, nem ele mesmo sabendo o porquê, uma lágrima caiu de seus olhos, dentro do cálice. De imediato, o homem ouviu um pequeno ruído, como de algo sólido, que bateu no fundo do recipiente. Olhou e recolheu entre os dedos uma pérola. Sua lágrima se transformara em uma pérola. Então, o homem pensou que poderia ficar muito rico se chorasse bastante. Como não tinha motivos para chorar, ele começou a criá-los. Precisava se tornar uma pessoa triste, chorosa, para enriquecer. Com o dinheiro da venda das pérolas pensava comprar lindas roupas para sua esposa, uma casa mais confortável, propriedades, um carro. E assim foi. Ele começou a buscar motivos para ficar triste e para chorar muito. Conseguiu muitas riquezas. Ele poderia tornar a ser feliz. No entanto, desejava mais. As pequenas coisas que antes lhe ofertavam alegrias, agora, de nada valiam. Que lhe importava o raio de sol para se aquecer no inverno? Com dinheiro, ele mandou colocar calefação interna em toda sua residência. Por que aguardar os ventos generosos para arrefecer o calor nos dias de verão? Com dinheiro, ele pediu para ser instalado ar condicionado em toda a sua casa. E no carro, e no escritório que adquiriu para gerir os negócios que o dinheiro gerara. E a tristeza sempre precisava ser maior. Do tamanho da ambição que o dominava. Nunca era o bastante. Os afagos da esposa, no final do dia e nos amanheceres de luz deixaram de ser imprescindíveis. Ele não podia perder tempo. Precisava chorar. Precisava descobrir fórmulas de ficar mais triste e derramar mais lágrimas. Finalmente, quando o homem se deu conta, estava sem esposa, sem amigos. Só... Com seu dinheiro, toda sua imensa fortuna. Chorando agora, estava tão desolado, que nem mais se importava em despejar o dique das lágrimas no cálice. A depressão tomara conta dele e nada mais tinha significado. A história parece um conto de fadas. Mas nos leva a nos perguntarmos quantas vezes desprezamos os tesouros que temos, indo à cata de riquezas efêmeras. Pensemos nisso e não desperdicemos os valores verdadeiros de que dispomos. Nem pensemos em trocá-los por posses exageradas. A tudo confiramos o devido valor, jamais perdendo nossa alegria. Haveres conquistados à troca de infelicidade somente geram infelicidade.

Por Khaled Hosseini

Talvez seja hora de descobrir quem é Ken.

Por Barbie (2023)

O interior da cidade é como o interior das pessoas. Debaixo da superfície, está fervilhando com monstros.

Por Guillermo del Toro

Uma conversa deve existir quando existe um consenso sem ele não ha conversa há discussão, por isso prefiro me abster!

Por Emerson NunesS