Veja outros textos inspiradores!

Amor, Egoísmo, Orgulho e Ódio Quando viemos ao mundo, aprendemos que devemos amar uns aos outros. Viemos para amar nossos pais, nossos irmãos, nossos próximos e até mesmo aqueles que nos querem e nos desejam o mal, ou seja, amar até mesmo os nossos inimigos. A partir do nosso crescimento aprendemos que devemos perdoar principalmente, a quem nos ofende, a quem nos julga, nos defama. Aprendemos que devemos ajudar aqueles que nescessitam da nossa ajuda E que além de amar devemos respeitar, ousar ser sincero. Usar de honestidade e que não devemos ser orgulhosos e, egoístas. mas na verdade, nunca seguimos, pois fazemos tudo ao contrário, os nossos dez mandamentos que aprendemos são eles 1 - julgar, sem ter a certeza, julgar apenas pelo que ouviu. 2 - matar, por pouca coisa, por mulher, por dinheiro ou por drogas 3 - roubar, até mesmo aquele que considera seu amigo, seu irmão e seus pais 4 - desejar a mulher de teu próximo mesmo quando ele está próximo 5 - cometer adultério, pois um só nao satisfaz tem que ser muitos(as) 6 - tomar em vão o nome do Senhor teu Deus (a maioria usa e faz juramentos falsos) 7 - prestar falso testemunho contra o teu próximo, para conseguir o que é dele. 8 - não honrar pai e mãe, se puder matá-los melhor ainda 9 - desejar a casa do teu próximo, desejar tudo que seja dele 10 - não perdoar, não amar, não ajudar o teu próximo, pois é cada um para si, não santificar aos sábados pois tem que trabalhar, temos que aumentar nosso dinheiro, nossa riqueza. O que fizemos com nossos mandamentos, nunca seguimos, jogamos ele no lixo da nossa arrogancia, do nosso orgulho, do nosso egoísmo, do nosso ódio, da nossa sede de vinganca. Haverá maiores tormentos do que aqueles causados pela inveja e pelos ciúmes? O sucesso de seus rivais lhes causam vertigens, seu único interesse é o de menosprezar os outros e cuja cobica envenena suas vidas. E é sem razão que se aponta o fato de não se lembrar das suas vidas anteriores como a um obstáculo para que delas possa tirar experiências que nelas vivemos poderia em alguns casos nos humilhar muito, ou ainda excitar nosso orgulho e ocasionaria invitavéis pertubações. Se relacionados com a mesma pessoa a fim de reparar o mal que os tenha feito, se reconhecessemos nelas que a odiamos talvez nosso ódio se revelasse outra vez, e sempre nos sentiríamos humilhados diante daqueles que nos ofendeu. As contrariedades da vida são de duas origens bem diferentes. Quantos homens caem por causa de sua propia culpa? Quantos são vitimas do seu desleixo, imprevidência, orgulho e ambiçao? Quantas pessoas arruinadas pela desordem, desânimo, má conduta ou por não limitarem seus desejos? Quantas uniões infelizes, fruto do interesse e da vaidade e nas quais o coração não serviu para nada! Quantos desentendimentos e desastrosas disputas se evitariam com pouco mais de calma e com menos melindres! Quantas doencas e enfermidades resultam da imprudência e excesso de toda ordem! Quantos pais são infelizes por causa dos filhos, por não combaterem neles desde pequenino as manisfestacões de suas más tendências! Por indiferença e comodismo, deixaram desenvolver neles os germens do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade que ressecam o coração, e depois mais tarde, ao colherem o que semearam, espantam-se e aflingem-se com a falta de respeito e a ingratidão deles. E ao serem feridos no coração pelas contrariedades da vida e as decepçôes da vida interroguem friamente suas conciências. Que busquem primeiro a origem dos males que os afligem e sintam-se na maioria das vezes, não podem dizer: se eu tivesse feito isso ou deixado de fazer tal coisa, não estaria nessa situação. A quem culpar então, por todas essas aflicões, senão a nós mesmos? Deste modo somos na maioria dos casos os autores dos nossos próprios infortúnios, mas ao invés de reconhecermos, achamos mais conveniente e menos humilhante para a nossa vaidade acusar a sorte, a providência, o azar, nossa má estrela, quando na verdade nossa má estrela é a nossa negligência. Nem sempre podemos confiar nas aparências a educação e a vivência do mundo podem dar o verniz dessas qualidades. Quantas há cuja fingida bondade nada mais é do que uma máscara para o exterior, uma roupagem, cuja aparência bem talhada e calculada disfaça as deformidades escondidas! O mundo está repleto de pessoas que têm o sorriso nos lábios e o veneno no coração; que são mansas sobre as condiçao de nada nos machucar, mas... que mordem à menor contrariedade, cuja língua dourada, quando falam face a face, se transforma em dardo envenenado, quando estão por detrás. São pessoas benignas por fora e que tiranos, domésticos, fazem sua família e seus subordinados sofrer com o peso de seu orgulho e de sua tirania, querendo compensar assim o constrangimento a que submetem fora de casa, querem pelo menos ser temidos pelos que não podem resistir-lhes. Sua vaidade alegra-se por poder dizer; "Aqui eu mando e sou obedecido"; sem se lembrar de que poderiam acrescentar com mais razão; "E sou detestado". "As pessoas viciosas são aquelas que vulgarmente ama mais o corpo do que a alma. O amor está por toda a natureza e nos convida a exercitar nossa inteligência. 'E encontrado até mesmo nos movimentos dos astros. 'E o amor que enfeita a natureza com seus ricos tapetes ele se enfeita e fixa sua morada onde encontra flores e perfumes 'E ainda o amor que dá a paz a todos nós, acalma ao mar o silêncio os ventos e o descanso a dor". Na lei do amor Deus quis que os seres se unissem não só pelos laços da carne mas também sim pelos lacos da alma! Afim de que as feições mútuas fossem dois ao invés de um, mas na maioria das vezes esse sentimento é rompido, o que se procura não é satisfação do coracão e, sim, a do orgulho a ambição e da vaidade. E que o juramento que se pronuncia nos pés do altar se torna má falsidade então surgem as uniões infelizes. Algumas vezes a experiência vem um pouco tarde, quando a vida já está perturbada e foi desperdiçada, as forças desgastadas e o mal já não tem mais remédio. Todos os homens, desde a infância, fazem mais o mal do que o bem e a sabedoria está em não pensares que sabes o que não sabes. Isso se dirige aos que criticam as coisas que muitas vezes desconhecem.

Por Allan Kardec

⁠Não é preciso agir com grande malícia para causar um grande mal. A ausência de empatia e compreensão são suficientes.

Por Charles M. Blow

É o que você faz pela pessoa que ama. Você não vira as costas, entende? Você não a abandona quando as coisas ficam difíceis ou desconfortáveis.

Por Intrusion (filme)

Às vezes dava graças a Deus por estar só e, num momento difícil, poder decidir com calma e sem pressões. Assim como nas boas horas o lado positivo das pessoas se soma, nas horas negras o lado negativo se multiplica, criando pânico e trazendo às vezes perigo maior do que a própria situação.

Por Amyr Klink

O horizonte é sempre mais nobre e a estrada mais sublime,quando a oração permanece na alma em forma de confiança e de luz.

Por André Luiz

Eles nunca discutiram isso, mas ambos entenderam como uma promessa: ele sempre se certificaria de que havia um lugar para ela. Ela sempre seria capaz de dizer: Alguém está chegando. Eu não estou sozinha.

Por Celeste Ng

Por quê criar plantas venenosas? Sua pergunta parte do princípio de que o veneno é algo ruim, uma coisa sem propósito. Muitas das supostas plantas ruins, como esta, contêm propriedades incríveis de curar ou são necessárias para criar maravilhas magnificas quando combinadas com outros elementos. Os humanos apressam-se em declarar que algo é bom ou ruim sem saber de fato.

Por A Cabana

Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprender.

Por Alexandre Herculano

Receita para um dálmata (ou Soneto branco com bolinhas pretas) Pegue um papel, ou uma parede, ou algo que seja quase branco e bem vazio. Amasse-o até que tome forma de um animal: focinho, corpo, patas. Em cada pata ponha muitas unhas e em sua boca muitos dentes. (Caso queira, pinte o focinho de qualquer cor que pareça rosa). Atrás, na bunda, ponha um fiapo nervoso: será seu rabo. Pronto. Ou quase: deixe-o lá fora e espere chover nanquim. Agora dê grama ao bicho. Se ele rejeitar, é dálmata. Se comer (e mugir), é uma vaca que tens. Tente outra vez. (A Partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora, 7Letras, 2008

Por Gregório Duvivier

Hoje, enfrentamos muitos problemas. Alguns criados por nós em consequência de diferenças ideológicas, religiosas, raciais, econômicas. Entretanto, chegou o momento de pensarmos em um nível mais profundo, em nível humano, e a partir daí apreciar e respeitar essa mesma condição nos outros seres humanos. Devemos construir relacionamentos mais próximos, de confiança mútua, compreensão e ajuda. Todos queremos a felicidade e evitar o sofrimento. Todos temos o mesmo direito de ser felizes, e aí reside a nossa igualdade fundamental. Não é necessário seguir filosofias complicadas. Nosso próprio cérebro, nosso próprio coração é o nosso templo. A filosofia é a bondade.

Por Dalai Lama