Veja outros textos inspiradores!

A única coisa pela qual ansiamos em nossos dias de vida, e que nos faz gemer e suspirar, sujeitos a todos os tipos de dóceis náuseas, é a lembrança de uma alegria perdida, provavelmente experimentada no útero, e que somente poderá ser reproduzida (apesar de odiarmos admitir isso) na morte. Mas quem quer morrer?

Por Jack Kerouac

Tu podes tocar a terra sem quebrar essa coesão de nossas almas; porque sou uma coisa tua, uma porção de teu ser; porque te pertenço e te sigo fatalmente; porque na terra, como no céu, longe ou perto, vivo de tua vida.

Por José de Alencar

Jonas, JN, 4:2, Ele orou ao Senhor e disse: - Ah! Senhor! Não foi isso que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso, me adiantei, fugindo para Társis, pois sabia que tu és Deus bondoso e compassivo, tardio em irar-se e grande em misericórdia, e que mudas de ideia quanto ao mal que anunciaste.

Por Jonas, Antigo Testamento

⁠Eu e você Um amor a ser estudado O primeiro casal que já pisou na Lua Sem sair do quarto

Por Daniel Caon

II Coríntios, 2CO, 6:15, Que harmonia pode haver entre Cristo e o Maligno? Ou que união existe entre o crente e o descrente?

Por II Coríntios, Novo Testamento

Meu coração é meu guia. Meu instrumento é a palavra. E minha inspiração é você. Será que só você não percebe?

Por Fernanda Mello

Coisa boa é levar a vida junto com os sonhos.

Por Rosi Coelho

⁠Pessoas com autismo têm um afeto incrível e um amor profundo.

Por Amor no Espectro

A sabedoria serve de freio à juventude, de consolo aos velhos, de riqueza aos pobres e de ornamento aos ricos.

Por Diógenes

Se quiserdes saber por que isto acontece, digo-vos que o motivo é que tudo me desagrada, detesto o vulgo, a multidão não me contenta. Somente uma coisa me fascina: aquela em virtude da qual me sinto livre na sujeição, contente no sofrimento, rico na indigência e vivo na morte. Aquela em virtude da qual não invejo os que são servos na liberdade, sofrem no prazer, são pobres nas riquezas e mortos em vida, porque trazem no próprio corpo os grilhões que os prendem, no espírito o inferno que os oprime, na alma o erro que os debilita, na mente o letargo que os mata. Não há, por isso, magnanimidade que os liberte nem longanimidade que os eleve, nem esplendor que os abrilhante, nem ciência que os avive.

Por Giordano Bruno