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Os vivos ouvem poucamente. As plantas, como o elemento aquático domina, são dadas à conversa. A menor brisa abala a urna de concórdia estremecida que, assim, sensível, se derrama e é solidão solícita. Os vivos não ouvem nada. Mas, havendo acedido a essa malícia de experiência cândida, os mortos deixam que o ouvido siga o fluvial diálogo das plantas umas com outras e todas com a brisa. Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas, as plantas se sentem mais sozinhas, os mortos brincam à imitação das águas inventando palavras de consonâncias líquidas. E esse amoroso cuidado de palavras a urna de concórdia vegetal espevita até que, a horas altas, a noite, os mortos e as plantas caiam no sono duma luz solícita.
Por Fernando EchevarríaSalmos, SL, 18:12, Do resplendor que diante dele havia, as densas nuvens se desfizeram em granizo e brasas de fogo.
Por Salmos, Antigo TestamentoVou avisar Vou avisar aos cachorros da rua Que a minha ferida crua é melhor não lamber Vou avisar Vou avisar aos cachorros da rua Que pro povo pobre, a vingança pode ser mel e prazer
Por JalooFilipenses, FP, 2:15, para que sejam irrepreensíveis e puros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual vocês brilham como luzeiros no mundo,
Por Filipenses, Novo TestamentoII Samuel, 2SM, 10:9, Quando Joabe viu que a batalha estava preparada contra ele tanto pela frente como pela retaguarda, escolheu os melhores soldados de Israel e os formou em linha contra os sírios.
Por II Samuel, Antigo TestamentoJuízes, JZ, 16:7, Sansão respondeu: - Se me amarrarem com sete cordas de arco ainda úmidas, ficarei fraco e serei como qualquer outro homem.
Por Juízes, Antigo Testamento