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SONETO COBIÇOSO Talvez, depois do soneto chorar o passado De tanto malogro, de tanto nublar comigo Eis que ressurge verso tão cheio de abrigo Nunca perdido, sonhado, sempre inspirado É bom conservá-lo sempre ao meu lado Com o cheiro e prazer de desejo antigo Sempre presente e assim transformado Vivo, e como sempre adejante comigo Um verso simples, singular, cotidiano Mas bem alindado na poética a incitar Nada ímpar, basta o sentir humano... De amor, sensação que não se explica Surgi tão vário como vário é o poetar E o soneto cobiçoso só se multiplica! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 15/08/2021, 14’58” - Araguari, MG
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLNão me vingo, aproveito a deixa. Não sofro, improviso. Não fico solteira, entro em temporada. Não vivo, ensaio. Não morro, fecho a cortina.
Por Barbara HeliodoraNO CHÃO DA PARAÍBA (Tereza Norma) De volta ao seu chão, nordestino Pés, nos pés da sua Paraíba Neste regresso, és sol matutino Reencontro, onde o orgulho arriba Nos braços e nos abraços, oxente Cada traço riscando o seu cristalino Es destino, em um destino resistente Distante, e ainda daí. Oh, menino! Apesar da aparência de estradeira Tal onipotente é o amor Divino Assim, também, és forte videira Na fado um espírito peregrino Tua terra, do Nordeste, Norma Tereza Resvala nas lembranças hospedeira D’Alma, porém nesta tal correnteza Jorra a tua saudade verdadeira... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 2018, maio. Cerrado goiano
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)Colossenses, CL, 3:19, Maridos, que cada um de vocês ame a sua esposa e não a trate com amargura.
Por Colossenses, Novo TestamentoJó, JÓ, 20:13, e o saboreie, e não o queira largar, mas o retenha em sua boca,
Por Jó, Antigo TestamentoMateus, MT, 8:34, Então a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus. E, ao vê-lo, pediram-lhe com insistência que se retirasse da terra deles.
Por Mateus, Novo TestamentoQuando o mundo abandonar o meu olho. Quando o meu olho furado de beleza for esquecido pelo mundo. Que hei de fazer.
Por Manoel de Barros