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Era uma vez... numa terra muito distante... uma princesa linda, independente e cheia de autoestima. Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico... Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre... Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma: - Eu, hein? Nem morta!
Por Luis Fernando VerissimoGênesis, GN, 50:8, bem como toda a casa de José, e seus irmãos, e a casa de seu pai. Deixaram na terra de Gósen somente as crianças, os rebanhos e o gado.
Por Gênesis, Antigo TestamentoÉ preciso muito para conhecer um homem É preciso muito para entender O guerreiro, o sábio O pequeno garoto enfurecido É preciso muito para conhecer uma mulher Muito para entender o que está sussurrado A abelha, a picada A pequena garota com asas É preciso muito para dar, para pedir ajuda Para ser você mesmo, para saber e amar o que você convive É preciso muito para respirar, para tocar, para sentir A lenta revelação do que outro corpo precisa É preciso muito para conhecer um homem Muito para saber, para entender O pai e o filho O caçador e a arma É preciso muito para conhecer uma mulher Muito para compreender o que vem por aí A mãe e a filha A musa e a iludida É preciso muito para dar, para pedir ajuda Para ser você mesmo, para saber e amar o que você convive É preciso muito para respirar, para tocar, para sentir A lenta revelação do que outro corpo precisa É preciso muito para dar, para pedir ajuda Para ser você mesmo, para saber e amar o que você convive É preciso muito para respirar, para tocar, para sentir A lenta revelação do que outro corpo precisa É preciso muito para viver, para pedir ajuda Para ser você mesmo, para saber e amar o que você convive É preciso muito para respirar, para tocar, para sentir A lenta revelação do que outro corpo precisa O que você tem tanto medo de perder? O que você acha que vai acontecer se perder? O que você tem tanto medo de perder? (Você me escreveu pra dizer que você estava nervosa e que sente muito) O que você acha que vai acontecer se perder? (Chorando como um bebê dizendo, "Isso está me matando") O que você tem tanto medo de perder? (Você me escreveu pra dizer que você estava nervosa e que sente muito) O que você acha que vai acontecer se perder? (Chorando como um bebê dizendo, "Isso está me matando") Você me escreveu pra dizer que você estava nervosa e que sente muito Chorando como um bebê, dizendo, "Isso está me matando"
Por Damien RiceNúmeros, NM, 25:11, - Fineias, filho de Eleazar, filho do sacerdote Arão, desviou a minha ira de sobre os filhos de Israel, pois estava animado com o meu zelo no meio deles, assim que, no meu zelo, não consumi os filhos de Israel.
Por Números, Antigo TestamentoSe amo alguns livros são aqueles em que sinto que o seu autor, que pode ter morrido séculos antes de eu ter sido engendrado, se dirigia a mim, a mim pessoal e concretamente, a mim em confidência.
Por Miguel UnamunoMinha arte está enraizada em uma única reflexão: por que eu não sou como os outros? (...) Minha arte dá sentido à minha vida.
Por Edvard MunchMarcos, MC, 10:43, <J>Mas entre vocês não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vocês, que se coloque a serviço dos outros;</J>
Por Marcos, Novo Testamento