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O mundo está cheio de idiotas. O que você está fazendo para se certificar de que não é um deles?
Por A.S. KingJeremias, JR, 7:19, Mas será que é a mim que eles provocam à ira? - diz o Senhor. Não seria muito mais a si mesmos, para a sua própria vergonha?
Por Jeremias, Antigo TestamentoO que me doí não é O que há no coração Mas essas coisas lindas Que nunca existirão...
Por Fernando PessoaÊxodo, EX, 16:9, Então Moisés disse a Arão: - Diga a toda a congregação dos filhos de Israel: ´Cheguem-se à presença do Senhor, pois ele ouviu as murmurações de vocês.`
Por Êxodo, Antigo TestamentoNão há nada de errado em - de vez em quando - chorar e pedir a Deus que nos coloque no colo.
Por Paulo CoelhoGênesis, GN, 47:7, José levou Jacó, seu pai, e o apresentou a Faraó; e Jacó abençoou Faraó.
Por Gênesis, Antigo TestamentoNão importa o que as pessoas digam, alguns não foram feitos para ser pais.
Por Cry Macho: O Caminho para a RedençãoPluralidade Humana A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra. Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
Por Hannah Arendt