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Lucas, LC, 24:30, E aconteceu que, quando estavam à mesa, ele pegou o pão e o abençoou; depois, partiu o pão e o deu a eles.
Por Lucas, Novo TestamentoI Tessalonicenses, 1TS, 4:17, depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.
Por I Tessalonicenses, Novo TestamentoII Crônicas, 2CR, 3:14, Salomão também fez o véu de pano azul, púrpura, carmesim e linho fino; e mandou bordar nele figuras de querubins.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoSofonias, SF, 1:4, ´Estenderei a mão contra Judá e contra todos os moradores de Jerusalém. Exterminarei deste lugar o resto de Baal e a lembrança dos ministros dos ídolos e seus sacerdotes.
Por Sofonias, Antigo TestamentoSe os pecadores serão condenados, que pelo menos pulem para o inferno passando por cima de nossos corpos. Se perecerem, que pereçam com nossos braços e mãos tocando os seus joelhos, implorando que fiquem. Se o inferno tiver de ser cheio, pelo menos que seja cheio apesar de nossos esforços, e que ninguém entre ali sem estar avisado e sem que se tenha intercedido por essa pessoa.
Por C. H. SpurgeonO bom de uma pessoa fria é que o pouco que ela demonstra pode ter certeza que é verdadeiro.
Por Felipe Rocha (Tipo Bilhete)Se você começar a doar partes de si mesmo, eventualmente você dará tudo. E quando você se perdeu, você não perdeu tudo?
Por Julie GarwoodJoão, JO, 2:6, Estavam ali seis potes de pedra, que os judeus usavam para as purificações, e em cada um cabiam cerca de cem litros.
Por João, Novo TestamentoTodos os homens fazem cavernas de sombras para os olhos, Com chapéus e mãos, órbitas, pestanas, testas, Para as delicadas pupilas ousarem olhar para a Luz. Nas terras do norte também, onde a luz não tem sombra, O homem ergue a mão para proteger a vista; É coisa que já vi fazerem no luar forte. Diante de qualquer clarão muito forte, essa mão vigente Corre ao seu posto, fazendo um escuro; Como os do gato, os olhos do homem ficam grandes e suaves de noite. São olhos novos, ainda não habituados a ver. Absorvendo facetas, individuais, Ainda sem habilidade para os usarem redondos e certos. Pensem: animais de quatro nós éramos, baixos, Com o olhar horizontal bem guardado Daquela claridade vibrante, chamejante de arder os olhos. Porém tinha de vir esse dia inevitável: Um animalzinho valente ergueu a pata ao galho, Puxou-se para cima - e cambaleou à sua altura. Nossos bebês humanos nos mostraram como foi. Eles escalam; nós, vigilantes, Deixamos que aprendam a loucura de seu susto. Naquela primeira aventura, a luz desceu em saudação, De igual a igual, um faiscar na mente, E o animal pensou ser "anjo" - como bem podíamos. Uma pata, livre da terra, agarrava-se ao galho liso; A outra, liberta, esperava, enquanto os olhos Erguiam-se afinal ás aves e nuvens voando. E assim ele se equilibrou ali, um animal de pé. E o anjo, poupando o que ele mal ganhara, Levantou aquela mão inerte para proteger sua vista, Naquele gesto mais comum que é feito. O homem não pode olhar diretamente para o sol. (Roteiro para um passeio ao inferno)
Por Doris Lessing