Veja outros textos inspiradores!

Mateus, MT, 23:5, <J>Praticam todas as suas obras</J> <J>a fim de serem vistos pelos outros; pois alargam os seus filactérios</J> <J>e alongam as franjas</J> <J>de suas capas.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Números, NM, 25:14, O nome do israelita que foi morto, isto é, que foi morto com a mulher midianita, era Zinri, filho de Salu, chefe da casa paterna dos simeonitas.

Por Números, Antigo Testamento

⁠Só tem um motivo pra ter perdido essa partida. Você me subestimou, seu covarde fracassado, então vai se ferrar! (Itsuki Sumeragi)

Por Kakegurui

A coisa toda estava começando a parecer uma novela ruim.

Por Eu Posso Ouvir o Oceano

A vida é sempre a mesma para todos: rede de ilusões e desenganos. O quadro é único, a moldura é que é diferente.

Por Florbela Espanca

É preciso perder alguma coisa para perceber sua importância.

Por Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

Colossenses, CL, 2:20, Se vocês morreram com Cristo para os rudimentos do mundo, por que se sujeitam a regras, como se ainda vivessem no mundo?

Por Colossenses, Novo Testamento

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.

Por Clarice Lispector

⁠Você está numa relação em que precisa mentir e fingir sempre. É algo que você realmente quer?

Por Desperados (filme)

Essa história de desemprego é conversa de quem não tem o que fazer.

Por Chico Anysio