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Lamentavelmente o modelo religioso predominante no cristianismo silencia, maltrata e reduz o corpo. Afetos, desejos, paixões e pulsões são frequentemente caracterizados como algo não espiritual, que devem ser contidos e negados em nome de uma pretensa "pureza". A sexualidade é tratada de forma superficial, cerceadora, castradora, impositiva e heteronormativa. Regras se sobrepõem à vida, conceitos cristalizados impedem a escuta, o diálogo e o aprofundamento do olhar. Nesta percepção, a espiritualidade é associada à capacidade de se desprender do corpo. E, assim, são criados ambientes repressores, formatadores, neurotizantes que não dão conta da vida e das experiências humanas. E, desta forma, são criados ambientes afetos à hipocrisia, à superficialidade e aos traumas. E, desta forma, réguas comportamentais e morais geram um ambiente de vigilância e fiscalização do corpo com baixa densidade ética. É preciso resgatar a integralidade do ser humano e reconhecer no corpo fonte de beleza, de criação e recriação das formas de ser. É preciso permitir que esta ruptura dualista e doentia seja superada pela visão de que somos corpo, somos matéria, somos afeto e desejo. É preciso desenvolver a ética do corpo mediada pelo amor, pelo cuidado, pela liberdade e pelo encontro. Regras vazias formatam o que não se formata, mas o conteúdo do amor liberta o que é para ser livre em amor.
Por Henrique VieiraNúmeros, NM, 16:32, abriu a sua boca e os engoliu com as famílias deles, com todos os que eram partidários de Corá e com todos os bens deles.
Por Números, Antigo TestamentoEu já sabia do teu jogo Não ia cair de novo Mas esse teu jeito que me prende Conheço tantas histórias Com o seu nome Mesmo assim o coração Fala mais alto que a mente
Por CammieEla o quer como queria voar do telhado quando tinha dez anos, quer lançar todo o seu corpo naquela catástrofe até que esteja totalmente exausta...
Por Amber Sparks