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O pobre deseja ser rico, o rico deseja ser feliz, o solteiro quer casar, e o que casou-se tem o desejo de morrer.
Por Ann LandersMateus, MT, 25:30, <J>Quanto ao servo inútil, lancem-no</J> <J>para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.`</J>
Por Mateus, Novo TestamentoSalmos, SL, 89:9, Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as acalmas.
Por Salmos, Antigo TestamentoRomanos, RM, 11:17, Se, porém, alguns dos ramos foram quebrados, e você, sendo oliveira brava, foi enxertado no meio deles e se tornou participante da raiz e da seiva da oliveira,
Por Romanos, Novo TestamentoNúmeros, NM, 5:30, ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher diante do Senhor, e o sacerdote execute nela toda esta lei.
Por Números, Antigo TestamentoAtos, AT, 16:25, Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam.
Por Atos, Novo TestamentoII Samuel, 2SM, 7:10, Prepararei um lugar para o meu povo, para Israel, e o plantarei para que habite no seu lugar e não seja mais perturbado. E jamais os filhos da perversidade o afligirão, como no passado,
Por II Samuel, Antigo TestamentoSobre um Poema Um poema cresce inseguramente na confusão da carne, sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto, talvez como sangue ou sombra de sangue pelos canais do ser. Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência ou os bagos de uva de onde nascem as raízes minúsculas do sol. Fora, os corpos genuínos e inalteráveis do nosso amor, os rios, a grande paz exterior das coisas, as folhas dormindo o silêncio, as sementes à beira do vento, - a hora teatral da posse. E o poema cresce tomando tudo em seu regaço. E já nenhum poder destrói o poema. Insustentável, único, invade as órbitas, a face amorfa das paredes, a miséria dos minutos, a força sustida das coisas, a redonda e livre harmonia do mundo. - Em baixo o instrumento perplexo ignora a espinha do mistério. - E o poema faz-se contra o tempo e a carne.
Por Herberto Helder