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“Todos os nossos sentidos são reações químicas, o único sentido que foge está regra natural é o amor. O amor é a nossa liberdade da predestinação biológica. Só somos livres quando amamos.”
Por Evan do carmoQuando as pessoas estão preocupadas, elas não se importam de falar o que acham.
Por As Cores do Amor (filme)Algo em nossa natureza clama por ser amado por outra pessoa. O isolamento é devastador para a psique humana. É por isso que o confinamento solitário é considerado a punição mais cruel.
Por Gary ChapmanCreio que nem mesmo nossas faltas e erros são em vão e que para Deus não será mais difícil arranjar-se com eles do que arranjar-se com nossas supostas obras boas.
Por Dietrich BonhoefferEste, que não foi um grande poeta, viveu sua vida de forma incompleta; viveu a pensar em normas e metas, e a vida, ligeira, passando entre as frestas…
Por Carlos Newton JúniorSua sensibilidade incomodava sem ser dolorosa, como uma unha quebrada. e se quisesse podia permitir-se o luxo de se tornar ainda mais sensível, ainda podia ir mais adiante.
Por Clarice LispectorComo mentor, seu papel é transformar as crianças em um espetáculo, não em sobreviventes.
Por Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das SerpentesÉ como um poço sem fundo. Voltamos a sentir o apelo do nada, a tentação de cair, de nos rejuntarmos a uma obscuridade que nos convoca.
Por Italo CalvinoProstituição ou outro qualquer nome, Por tua causa, embora o homem te aceite, É que as mulheres ruins ficam sem leite E os meninos sem pai morrem de fome! Por que há de haver aqui tantos enterros? Lá no "Engenho" também, a morte é ingrata... Há o malvado carbúnculo que mata A sociedade infante dos bezerros! Quantas moças que o túmulo reclama! E após a podridão de tantas moças, Os porcos esponjando-se nas poças Da virgindade reduzida à lama! Morte, ponto final da última cena, Forma difusa da matéria imbele, Minha filosofia te repele, Meu raciocínio enorme te condena! Diante de ti, nas catedrais mais ricas, Rolam sem eficácia os amuletos, Oh! Senhora dos nossos esqueletos E das caveiras diárias que fabricas!
Por Augusto dos Anjos