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Salmos, SL, 150:4, Louvem-no com tamborins e danças; louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas.

Por Salmos, Antigo Testamento

Não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem o que querem ver.

Por Gossip Girl

Hebreus, HB, 8:1, Ora, o essencial das coisas que estamos dizendo é que temos tal sumo sacerdote, que se assentou à direita do trono da Majestade nos céus,

Por Hebreus, Novo Testamento

Querer ficar sozinho não é uma coisa estranha. Comer sozinho não faz de você uma pessoa estranha. Nós nascemos sozinhos, tudo bem querer ficar sozinho às vezes, ok? Então não pense que é estranho.

Por Kim Namjoon

Eu quero o mapa das nuvens e um barco bem vagaroso.

Por Mario Quintana

Atos, AT, 14:27, Quando chegaram a Antioquia, reuniram a igreja e relataram tudo o que Deus havia feito com eles e como tinha aberto aos gentios a porta da fé.

Por Atos, Novo Testamento

Sucesso é um esporte coletivo. Demonstre gratidão a todos os que colaboram com suas vitórias.

Por Carlos Hilsdorf

⁠Do entrelaçamento de linhas contrárias nasce a trama da vida concreta. Viver é a arte de articular, com inteligência, aquilo que só aparentemente se opõe.

Por Italo Marsili

O bem é aquilo que dá maior realidade aos seres e às coisas; o mal é aquilo que disso os priva.

Por Simone Weil

Se se morre de amor Se se morre de amor! – Não, não se morre, Quando é fascinação que nos surpreende De ruidoso sarau entre os festejos; Quando luzes, calor, orquestra e flores Assomos de prazer nos raiam n’alma, Que embelezada e solta em tal ambiente No que ouve e no que vê prazer alcança! Simpáticas feições, cintura breve, Graciosa postura, porte airoso, Uma fita, uma flor entre os cabelos, Um quê mal definido, acaso podem Num engano d’amor arrebentar-nos. Mas isso amor não é; isso é delírio Devaneio, ilusão, que se esvaece Ao som final da orquestra, ao derradeiro Clarão, que as luzes ao morrer despedem: Se outro nome lhe dão, se amor o chamam, D’amor igual ninguém sucumbe à perda. Amor é vida; é ter constantemente Alma, sentidos, coração – abertos Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos, D’altas virtudes, té capaz de crimes! Compreender o infinito, a imensidade E a natureza e Deus; gostar dos campos, D’aves, flores,murmúrios solitários; Buscar tristeza, a soledade, o ermo, E ter o coração em riso e festa; E à branda festa, ao riso da nossa alma fontes de pranto intercalar sem custo; Conhecer o prazer e a desventura No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto O ditoso, o misérrimo dos entes; Isso é amor, e desse amor se morre! Amar, é não saber, não ter coragem Pra dizer que o amor que em nós sentimos; Temer qu’olhos profanos nos devassem O templo onde a melhor porção da vida Se concentra; onde avaros recatamos Essa fonte de amor, esses tesouros Inesgotáveis d’lusões floridas; Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos, E, temendo roçar os seus vestidos, Arder por afogá-la em mil abraços: Isso é amor, e desse amor se morre!

Por Gonçalves Dias