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II Reis, 2RS, 10:8, Um mensageiro foi até Jeú e lhe disse: - Trouxeram as cabeças dos filhos do rei. Jeú disse: - Ponham as cabeças em dois montões à entrada do portão, até pela manhã.
Por II Reis, Antigo TestamentoJuízes, JZ, 9:51, Havia, porém, no meio da cidade, uma torre forte, e todos os homens e mulheres, todos os moradores da cidade, fugiram para lá. Fecharam as portas da torre e subiram ao terraço.
Por Juízes, Antigo TestamentoSou desastrada, não tenho o corpo perfeito, gosto rápido das pessoas, meu cabelo é bagunçado, mas tento ser forte.
Por Kristen StewartDevemos ser sábios e persistentes como a água que desce a montanha e nos caminhos mais estreitos e tortuosos aumentará sua velocidade e quando se encontra diante de um obstáculo buscará sempre um caminho alternativo, mas quando não encontra alternativa encara o obstáculo de frente e cautelosamente ganha volume e força para superá-lo e seguir sua jornada. Nessa jornada se unirá a outros rios, que também descem a montanha ganhando mais força pra chegar ao seu destino final e aprende em sua jornada que é na queda que a água produz energia, e ainda sim segue seu caminho.
Por Sabedoria orientalO voto é o direito mais precioso de cada cidadão, e temos a obrigação moral de garantir a integridade do nosso processo de votação.
Por Hillary ClintonOlhos verdes Eles verdes são: E têm por usança, na cor esperança, E nas obras não. Cam. Rim. São uns olhos verdes, verdes, Uns olhos de verde-mar, Quando o tempo vai bonança; Uns olhos cor de esperança, Uns olhos por que morri; Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como duas esmeraldas, Iguais na forma e na cor, Têm luz mais branda e mais forte, Diz uma — vida, outra — morte; Uma — loucura, outra — amor. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! São verdes da cor do prado, Exprimem qualquer paixão, Tão facilmente se inflamam, Tão meigamente derramam Fogo e luz do coração Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi! São uns olhos verdes, verdes, Que podem também brilhar; Não são de um verde embaçado, Mas verdes da cor do prado, Mas verdes da cor do mar. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como se lê num espelho, Pude ler nos olhos seus! Os olhos mostram a alma, Que as ondas postas em calma Também refletem os céus; Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós, ó meus amigos, Se vos perguntam por mim, Que eu vivo só da lembrança De uns olhos cor de esperança, De uns olhos verdes que vi! Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós: Triste do bardo! Deixou-se de amor finar! Viu uns olhos verdes, verdes, uns olhos da cor do mar: Eram verdes sem esp’rança, Davam amor sem amar! Dizei-o vós, meus amigos, Que ai de mim! Não pertenço mais à vida Depois que os vi!
Por Gonçalves Dias