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II Samuel, 2SM, 18:33, Então o rei, profundamente comovido, subiu à sala que estava por cima do portão e chorou. E, andando, dizia: - Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera que eu tivesse morrido em seu lugar, Absalão, meu filho, meu filho!

Por II Samuel, Antigo Testamento

Nunca é tarde demais para ser aquilo que sempre se desejou ser.

Por Adelaide Anne Procter

I Crônicas, 1CR, 23:14, Quanto a Moisés, homem de Deus, seus filhos foram contados entre a tribo de Levi.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Marcos, MC, 16:5, Entrando no túmulo, viram um jovem sentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram atemorizadas.

Por Marcos, Novo Testamento

Êxodo, EX, 22:14, - Se alguém pedir emprestado a seu próximo um animal, e este ficar aleijado ou morrer, não estando presente o dono, aquele que pediu emprestado terá de pagá-lo ao seu dono.

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠Seja positivo, sempre. Não só por você, e sim por tudo e todos a sua volta. Quanto mais energia boa você emanar, mais feliz você será.

Por Laís Carvalho - Diário Meu Oficial

– Às vezes, pessoas especiais entram nas nossas vidas, ficam um pouquinho e depois saem. – Mas isso é triste. – É, sim, mas enquanto ficaram juntos foi gostoso, não foi? Talvez isso tenha valido a pena.

Por Bluey (série)

Neemias, NE, 12:24, Os chefes dos levitas foram Hasabias, Serebias e Jesua, filho de Cadmiel. Os irmãos deles ficavam diante deles para louvarem e darem graças, segundo o mandado de Davi, homem de Deus, coro contra coro.

Por Neemias, Antigo Testamento

Se não sabe escutar, não sabe falar

Por Heráclito

Resíduo De tudo ficou um pouco Do meu medo. Do teu asco. Dos gritos gagos. Da rosa ficou um pouco Ficou um pouco de luz captada no chapéu. Nos olhos do rufião de ternura ficou um pouco (muito pouco). Pouco ficou deste pó de que teu branco sapato se cobriu. Ficaram poucas roupas, poucos véus rotos pouco, pouco, muito pouco. Mas de tudo fica um pouco. Da ponte bombardeada, de duas folhas de grama, do maço - vazio - de cigarros, ficou um pouco. Pois de tudo fica um pouco. Fica um pouco de teu queixo no queixo de tua filha. De teu áspero silêncio um pouco ficou, um pouco nos muros zangados, nas folhas, mudas, que sobem. Ficou um pouco de tudo no pires de porcelana, dragão partido, flor branca, ficou um pouco de ruga na vossa testa, retrato. Se de tudo fica um pouco, mas por que não ficaria um pouco de mim? no trem que leva ao norte, no barco, nos anúncios de jornal, um pouco de mim em Londres, um pouco de mim algures? na consoante? no poço? Um pouco fica oscilando na embocadura dos rios e os peixes não o evitam, um pouco: não está nos livros. De tudo fica um pouco. Não muito: de uma torneira pinga esta gota absurda, meio sal e meio álcool, salta esta perna de rã, este vidro de relógio partido em mil esperanças, este pescoço de cisne, este segredo infantil... De tudo ficou um pouco: de mim; de ti; de Abelardo. Cabelo na minha manga, de tudo ficou um pouco; vento nas orelhas minhas, simplório arroto, gemido de víscera inconformada, e minúsculos artefatos: campânula, alvéolo, cápsula de revólver... de aspirina. De tudo ficou um pouco. E de tudo fica um pouco. Oh abre os vidros de loção e abafa o insuportável mau cheiro da memória. Mas de tudo, terrível, fica um pouco, e sob as ondas ritmadas e sob as nuvens e os ventos e sob as pontes e sob os túneis e sob as labaredas e sob o sarcasmo e sob a gosma e sob o vômito e sob o soluço, o cárcere, o esquecido e sob os espetáculos e sob a morte escarlate e sob as bibliotecas, os asilos, as igrejas triunfantes e sob tu mesmo e sob teus pés já duros e sob os gonzos da família e da classe, fica sempre um pouco de tudo. Às vezes um botão. Às vezes um rato.

Por Carlos Drummond de Andrade