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Um dia você vai beijar um homem sem o qual você não vai poder respirar e vai descobrir que a respiração tem pouca importância.
Por Karen Marie MoningEzequiel, EZ, 40:32, Depois, ele me levou ao átrio interior, para o leste, e mediu o portão, que tinha as mesmas dimensões dos outros portões.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoAfinal de contas, a justiça neste mundo é apenas um monte de princípios, feita por aqueles com poder para se aproveitarem dela.
Por KuroshitsujiII Samuel, 2SM, 23:5, Não é assim que a minha casa está para com Deus? Pois estabeleceu comigo uma aliança eterna, em tudo bem-definida e segura. Não me fará ele prosperar toda a minha salvação e toda a minha esperança?
Por II Samuel, Antigo TestamentoA CRÕNICA é um gênero de entretenimento. O romancista, o poeta e o contista não precisam e é bom que não precisem entreter o leitor. O cronista é um cara que aparece no século 19, com a imprensa, e a crônica surge para amaciar o jornal. Uma espécie de recreio do jornal, em que o leitor está lendo sobre absurdos, dá uma respirada. É uma brisa no jornal. Então, tenho essa consciência de que meu papel ali é de entreter o leitor. Entretenimento é visto, geralmente, com preconceito. Como se o entretenimento fosse inimigo da reflexão e da profundidade. Eu discordo. Você pode entreter pelo humor, pela comédia, pelo lirismo. Nosso maior cronista, Rubem Braga, não é um cronista que tinha o humor como sua principal característica. Ele era, principalmente, lírico. Muitas vezes, a crônica dele é triste e nos deixa tristes, mas a tristeza pode ser, de certa forma, uma maneira de entretenimento. Uma certa melancolia é uma maneira de saborear a vida e encará-la. Tenho isso em vista quando escrevo crônicas: chegar até meu público e tentar falar alguma coisa que seja prazerosa.
Por Antonio PrataI Reis, 1RS, 4:6, Aisar era o responsável pelo palácio; Adonirão, filho de Abda, era superintendente dos que realizavam trabalhos forçados.
Por I Reis, Antigo TestamentoUm ator tem três vidas. A real, a dos personagens, e a vivida, para representar diante do público e da imprensa o papel de celebridade.
Por Ignácio de Loyola Brandão