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Eu cometo muitos erros. Eu tento muito não cometer o mesmo erro mais de três ou quatro vezes.
Por Janet EvanovichE quando voltarmos ao prédio da escola não será preciso estar todos os dias no prédio da escola, porque nós aprendemos em qualquer lugar, desde que haja: um projeto de vida, um professor/mediador, um roteiro de estudo para pesquisa, desde que haja avaliação, porque uma prova não é avaliação e não prova nada.
Por José PachecoTu e Eu Somos diferentes, tu e eu. Tens forma e graça e a sabedoria de só saber crescer até dar pé. En não sei onde quero chegar e só sirvo para uma coisa - que não sei qual é! És de outra pipa e eu de um cripto. Tu, lipa Eu, calipto. Gostas de um som tempestade roque lenha muito heavy Prefiro o barroco italiano e dos alemães o mais leve. És vidrada no Lobão eu sou mais albônico. Tu,fão. Eu,fônico. És suculenta e selvagem como uma fruta do trópico Eu já sequei e me resignei como um socialista utópico. Tu não tens nada de mim eu não tenho nada teu. Tu,piniquim. Eu,ropeu. Gostas daquelas festas que começam mal e terminam pior. Gosto de graves rituais em que sou pertinente e, ao mesmo tempo, o prior. Tu és um corpo e eu um vulto, és uma miss, eu um místico. Tu,multo. Eu,carístico. És colorida, um pouco aérea, e só pensas em ti. Sou meio cinzento, algo rasteiro, e só penso em Pi. Somos cada um de um pano uma sã e o outro insano. Tu,cano. Eu,clidiano. Dizes na cara o que te vem a cabeça com coragem e ânimo. Hesito entre duas palavras, escolho uma terceira e no fim digo o sinônimo. Tu não temes o engano enquanto eu cismo. Tu,tano. Eu,femismo.
Por Luis Fernando VerissimoII Reis, 2RS, 13:7, Do exército de Jeoacaz só restaram cinquenta cavaleiros, dez carros de guerra e dez mil soldados de infantaria, porque o rei da Síria havia destruído os demais, reduzindo-os a pó.
Por II Reis, Antigo TestamentoQuero que as pessoas olhem para mim e tenham sempre uma surpresa. Minha meta é sempre surpreender positivamente o meu público.
Por Gessica Kayane (Gkay)"Como o tempo nos muda" comenta a velha senhora, velha poetisa, mirando a foto antiga na orelha da obra. Estação após estação ela amou o viço das cores, o sabor das rosas, a graça dos movimentos, o passar dos rios, as nuvens douradas tangidas pelo vento. Ano a ano alimentou-se de lírios e livros e amores poucos, porém intensos. O sol já não banha sua face com a juventude da brisa a mão erra pelas páginas, tocando paisagens mudas as letras tornaram-se miúdas, os amores se foram, os sonhos se incorporaram ao céu azul-negrume. Somos só perfume. As estações despertam sem pressa nascem todas por igual na muda do tempo que não muda sob terra e cal.
Por Claufe Rodrigues