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Amós, AM, 2:11, Escolhi alguns dos seus filhos para serem profetas e alguns dos seus jovens para serem nazireus. Não é isto assim, filhos de Israel?` - diz o Senhor.

Por Amós, Antigo Testamento

Ela nunca ia a lugar nenhum sem um livro e me ensinou a fazer o mesmo.

Por K. L. Walther

Desavença Na desavença , muitas vezes aquele que se curva Sao vencedor

Por Raimundo grossi

Nostalgia é saudade do que vivi, melancolia é saudade do que não vivi.

Por Carlos Heitor Cony

Mesmo depois de todo esse tempo o sol nunca diz à Terra ”Você me deve”. Olha o que acontece com um amor desses, ilumina o céu inteiro.

Por Hafez

II Crônicas, 2CR, 35:6, Matem os cordeiros da Páscoa, santifiquem-se e façam preparativos para que os seus irmãos comemorem a Páscoa segundo a palavra do Senhor, dada por meio de Moisés.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Mateus, MT, 24:49, <J>e começar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com os bêbados?</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Então vem, sem demora, vem Com Teu poder, entre dentro de mim Como fogo em meus ossos, vento em meu peito Entre dentro de mim De dentro pra fora, de dentro pra fora Transforme o meu ser

Por Julia Vitória

⁠O silêncio, sua mãe costumava dizer, podia curar ou enlouquecer. Tudo dependia de como você escutava.

Por Jeff Giles

ESSA NEGRA FULÔ Ora, se deu que chegou (isso já faz muito tempo) no banguê dum meu avô uma negra bonitinha chamada negra Fulô. Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô! Ó Fulô! (Era a fala da Sinhá) — Vai forrar a minha cama, pentear os meus cabelos, vem ajudar a tirar a minha roupa, Fulô! Essa negra Fulô! Essa negrinha Fulô ficou logo pra mucama, para vigiar a Sinhá pra engomar pro Sinhô! Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô! Ó Fulô! (Era a fala da Sinhá) vem me ajudar, ó Fulô, vem abanar o meu corpo que eu estou suada, Fulô! vem coçar minha coceira, vem me catar cafuné, vem balançar minha rede, vem me contar uma história, que eu estou com sono, Fulô! Essa negra Fulô! “Era um dia uma princesa que vivia num castelo que possuía um vestido com os peixinhos do mar. Entrou na perna dum pato saiu na perna dum pinto o Rei-Sinhô me mandou que vos contasse mais cinco.” Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô? Ó Fulô? Vai botar para dormir esses meninos, Fulô! “Minha mãe me penteou minha madrasta me enterrou pelos figos da figueira que o Sabiá beliscou.” Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Fulô? Ó Fulô? (Era a fala da Sinhá chamando a Negra Fulô.) Cadê meu frasco de cheiro que teu Sinhô me mandou? — Ah! foi você que roubou! Ah! foi você que roubou! O Sinhô foi ver a negra levar couro do feitor. A negra tirou a roupa. O Sinhô disse: Fulô! (A vista se escureceu que nem a negra Fulô.) Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô? Ó Fulô? Cadê meu lenço de rendas cadê meu cinto, meu broche, cadê meu terço de ouro que teu Sinhô me mandou? Ah! foi você que roubou. Ah! foi você que roubou. Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! O Sinhô foi açoitar sozinho a negra Fulô. A negra tirou a saia e tirou o cabeção, de dentro dele pulou nuinha a negra Fulô Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô? Ó Fulô? Cadê, cadê teu Sinhô que nosso Senhor me mandou? Ah! foi você que roubou, foi você, negra Fulô? Essa negra Fulô!

Por Jorge de Lima