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Eu não dirijo apenas para ir de A para B. Eu gosto de sentir as reações do carro, me tornando parte dele.
Por Enzo FerrariMesmo que o inimigo queira te ver caído Triste, ferido e abatido, jamais se renda não se entregue, Foi DEUS quem te escolheu. Mesmo que muitos esperem pra ver sua derrota Creia que foi DEUS quem lhe abriu a porta, Os planos do inimigo não vão prevalecer Ainda que lancem pedradas pra lhe atingir Pode ter certeza, se você cair A mão do SENHOR vem pra levantar você Creia ninguém vai vencer um Escolhido de DEUS, DEUS abala a terra, move o céu pra lhe dar vitória, Ele é fiel! DEUS dá força aos cansados e vigor aos fracos e desanimados. Até os jovens se cansam, até os moços perdem as forças e caem de tanto cansaço, mas os que esperam no SENHOR sempre renovam suas energias. Caminham e não perdem as forças. Correm e não se cansam, sobem... VOANDO COMO ÁGUIAS. (Isaías, 40:29-31)
Por BíbliaNão sei o que posso parecer para o mundo, para mim mesmo, porém, parece ter sido somente como um menino que brinca à beira do mar, tendo me distraído me encontrar vez por outra um seixo mais liso ou mais bonito que o comum, enquanto o imenso oceano da verdade se estende à minha frente, inteiramente desconhecido.
Por Isaac NewtonGênesis, GN, 8:13, Aconteceu que, no primeiro dia do primeiro mês do ano seiscentos e um, as águas que estavam sobre a terra secaram. Então Noé removeu a cobertura da arca e olhou, e eis que o solo estava enxuto.
Por Gênesis, Antigo TestamentoTodo homem tem dentro de si uma fé inabalável: a certeza que deixará de existir.
Por Guilherme-GuilhermePsicologicamente, a resiliência é a capacidade de psicoadaptação de indivíduos, grupos e/ou de organizações, de voltar ao seu estado “normal”, após alguma situação traumática ou crítica, ou seja, é a capacidade de superar adversidades.
Por Soraya Rodrigues de AragaoO arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira Freire