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Vir a morte e levar-nos. E não fazermos falta a ninguém. Nem a nós. Que outra vida mais perfeita?.
Por Vergílio FerreiraAlgumas pessoas têm sido cruel. Se eu disser que eu quero crescer como uma atriz, eles olham para a minha figura. Se eu disser que gostaria de desenvolver, a aprender a minha embarcação, eles riem. De alguma forma eles não esperam-me para ser levado a sério sobre o meu trabalho.
Por Marilyn MonroeEstá disposto a quebrar a coisa que ninguém quer que você quebre?
Por Glass Onion: Um Mistério Knives OutTodas as pessoas que passam pelas nossas vidas deixam as suas marcas num ir e vir infinito... As que permanecem ... é porque simplesmente doaram seus corações para entrar em sintonia com a nossas almas. As que se vão ... nos deixam um grande aprendizado.... Não importa que tipo de atitude tiveram, mas com elas aprendemos muito... Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos que devemos ser humildes.... Com as carinhosas e atenciosas aprendemos a ter gratidão.... Com as duras de coração aprendemos a dar o perdão.... Com as pessoas que passam pelas nossas vidas aprendemos também a Amar e de várias formas.... com amizade, com dedicação, com carinho, com atenção, com atração, com paixão ou com desejo ... Mas nunca ninguém nos ensinou e nunca aprenderemos como reagir diante da "SAUDADE" que algumas pessoas deixam em nós...
Por DesconhecidoTodos os homens vivem não do que gastam com seu bem-estar, mas porque o amor existe no homem.
Por Leon TolstóiDefiniu César toda a figura da ambição quando disse aquelas palavras: "Antes o primeiro na aldeia do que o segundo em Roma!'' Eu não sou nada nem na aldeia nem em Roma nenhuma. Ao menos, o merceeiro da esquina é respeitado na Rua da Assunção até à Rua da Vitória; é o César de um quarteirão. Eu superior a ele? Em quê, se o nada não comporta superioridade, nem inferioridade, nem comparação? É César de todo um quarteirão e as mulheres gostam dele condignamente. E assim arrasto a fazer o que não quero, e a sonhar o que não posso ter, a minha vida (...), absurda como um reló- gio público parado Aquela sensibilidade tênue, mas firme, o sonho longo mas consciente (...) que forma no seu conjunto o meu privilégio de penumbra.
Por Bernardo Soares