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I João, 1JO, 4:6, Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus nos ouve; quem não é de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.
Por I João, Novo TestamentoCom licença, você já se perguntou se Ben e Jerry fazem mais do que sorvete juntos?
Por Grace and Frankie (série)Não faz sentido tratar uma pessoa deprimida como se ela estivesse apenas se sentindo triste, dizendo: "Calma, agora espere, você vai superar isso". A tristeza é mais ou menos como um resfriado, com paciência, ela passa. A depressão é como o câncer.
Por Barbara KingsolverOs que de uma situação desafogada caem num estado de penúria que lhes é estranho, esses, sofrem mais cruelmente do que quem foi sempre miserável.
Por EurípedesJoão, JO, 6:71, Ele se referia a Judas, filho de Simão Iscariotes, porque este, sendo um dos doze, era quem o haveria de trair.
Por João, Novo TestamentoPara além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.
Por Clarice LispectorO segredo da paz interior é manter a conexão com a natureza. Esquece a mente, ela mente. Se der esse passo e deixar esse espaço, Será iluminado.
Por Alexander SupertrampMenino Sonhador É incrível a esperanças desse homem As vezes não tem nada, mas sorri como se tivesse tudo Na verdade ele tem Tem diabetes, contas e tudo que pensamos ser ruim Mas pra ele é o que faz levantar da cama e batalhar E aumenta a crença de que tudo vai melhorar Quem olha de fora acha maluquice, loucura Mas pra ele, a maior maluquice é de quem se auto tortura De quem se tranca na jaula do destino E se acomoda preso a correntes sem desatino Vive um dia de cada vez, não liga pro futuro Só sabe pensar que não pode piorar Pobre menino sonhador, mal sabia que nada iria melhorar Era cada dia uma luta diferente Já nasceu com esse trejeito indiferente Nasceu na cidade sem amor Onde as selvas são de concreto e o céu é sem cor Nasceu com apenas um sobrenome, a mãe assumiu a responsabilidade De um aborto masculino de um "homem" sem nobriedade Cresceu vendo a mãe batalhar De sol a sol pegando ônibus Para um futuro melhor lhe dar E ele também batalhava, conseguia o que era seu Mas nunca deixava o estudo de lado Ele aproveitava a oportunidade que sua mãe te deu E ele conseguia se virar entre o trabalho e o estudo Ele sabia que ia receber a grande recompensa no futuro Mas como o destino é incerto La vem a grande decepção Sua mãe morre na sua frente E ele sem poder ter reação Outro homem que assim como eles não tinha nada cruzou seu caminho Mas ele tinha uma arma, que usou para deixar um menino sozinho Sozinho e sem sua mãe, o ódio cresceu E a revolta de um pequeno sonhador nasceu Mas você se engana se pensa que ele desistiu de ser alguém O espirito de revolta era de fazer mudança Mudar esse mundo de Seu Ninguém E pra isso ele estudou e não se limitou Ele estudava e trabalhava e veio a recompensa O menino sonhador se formou Agora já era homem formado Mas não arranjava emprego em sua profissão Parece que lia os pensamentos "eu, dar emprego pra esse muleque de periferia, sem condição" E seguia em frente com seu currículo e um acumulo nas costas chamado decepção Ele se sustentava como podia Um bico ali, outro ali Mas nem sempre tinha seu pão de cada dia E assim vivia o nosso menino sonhador Era esperançoso e cheio de amor Amor esse que compartilhava com uma da burguesia Ela era pra ele o maior ponto de calmaria durante o dia Mas como nada era fácil pra nosso menino sonhador O pai da burguesinha proibiu E o fez ser mais um sofredor Mas ele persistiu nesse amor proibido Acabou que acabaram casando escondido O que fazer esse casal sem um puto Ela deserdada e ele sem trabalho Como viver sem nenhum "cascalho" E como ele, ela também aprendeu a se virar A patrícia da burguesia agora era tinha que trabalhar Tempos depois a família cresce Ele tem duas meninas e um muleque Agora com um emprego: caixa de supermercado Tirava dai o sustento da família E como sua mãe, levantava todo dia bem cedo pra ir ao trabalho Sempre com um sorriso no rosto Mesmo não tendo tudo Vivia a vida com muito gosto E mais um dia nosso menino sonhador que agora já era homem Levanta e vai trabalhar Da um beijo nos seus filhos e na sua burguesinha amada Só que nesse dia foi diferente Um frio na barriga ao olhar pra frente Sentiu tudo ficar escuro e não sentia o corpo Foi ai que percebeu que estava morto Por uma bala perdida foi atingido Morreu sem nem saber de onde vinha o perigo E foi essa a sina de nosso menino sonhador Morreu sem sentir dor Morreu sem que seu sonho se realizasse Morreu com a esperança de que o mundo mudasse Ah, menino que morreu homem sonhador Se eu te dissesse que pra isso As pessoas só precisam descobrir que o que muda o mundo é o amor…
Por AnavitóriaJosué, JS, 7:18, E, fazendo com que se apresentasse a família de Zabdi, homem por homem, o indicado foi Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zera, da tribo de Judá.
Por Josué, Antigo Testamento