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NOSTALGIA (num dia de chuva) Como a chuva se compõe angustiante Nublada, penosa e tão cheia de teor Que torna o céu de acinzentada cor O fôlego se ausenta por um instante O chão encharcado e tão ressonante Causa na sensação pulsação e temor Na batida da chuva, num tom maior Pingo a pingo, ela, estronda meliante Também, ermo, também, n’alma toca E a emoção relenta e, no peito sufoca Em um versejar que saudade contém Junto, pois, o meu pranto, e a agonia Chove lá fora, respingando na poesia Nostalgia, é chuvarada, nela alguém! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 19 janeiro, 2025, 14’08” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolII Coríntios, 2CO, 11:16, Outra vez digo: ninguém pense que estou louco. Mas, se vocês pensam que sim, recebam-me como um louco, para que também eu me glorie por um instante.
Por II Coríntios, Novo TestamentoMarcos, MC, 6:2, Chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga, e muitos, ouvindo-o, se maravilhavam, dizendo: - De onde lhe vem tudo isso? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos?
Por Marcos, Novo TestamentoII Coríntios, 2CO, 1:16, Queria, ao passar por aí, dirigir-me à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me com vocês, sendo então encaminhado por vocês para a Judeia.
Por II Coríntios, Novo TestamentoContar a vida pelos dedos e perdê-los contar um a um os teus cabelos e seguir a estrada contar as ondas do mar e descobrir-lhes o brilho e depois contar um a um os teus dedos de fada Abrir-se a janela para entrarem estrelas abrir-se a luz para entrarem olhos abrir-se o tecto para cair um garfo no centro da sala e depois ruidosa uma dentadura velha E no CIMO disto tudo uma montanha de ouro E no FIM disto tudo um Azul-de-Prata.
Por António Maria LisboaLevítico, LV, 2:4, - Quando você trouxer oferta de cereais, assada no forno, será de bolos sem fermento feitos com a melhor farinha, amassados com azeite e pãezinhos bem finos, sem fermento e untados com azeite.
Por Levítico, Antigo Testamento