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Deuteronômio, DT, 1:36, com a exceção de Calebe, filho de Jefoné. Ele verá essa terra e darei a ele e aos filhos dele a terra em que ele pisou, porque perseverou em seguir o Senhor.`

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Eu sempre fico espantado por uma floresta. Ela me faz entender que a fantasia da natureza é muito maior do que a minha própria fantasia. Ainda tenho coisas para aprender.

Por Günter Grass

Gênesis, GN, 46:5, Então Jacó saiu de Berseba. Os filhos de Israel levaram seu pai Jacó, os filhinhos e as mulheres deles nas carretas que Faraó havia mandado para o levar.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Quando eu era um garoto minha primeira impressão da Améria ... foi a de um homem andando na lua ... foi Noel Amstrong em 1969... Eu pensei: "Os americanos são malucos... Eles são doidos." Mas pensei: "O que este país faz... o que eles fazem, quando se determinam, é incrível." Acho que foi John F. Kennedy que disse, em 1963: "No fim da década, vamos pôr um homem na lua." Bem ... não é só porque estava na cabeça de todos... mas, porque era a coisa certa a ser feita. É o que estamos pedindo agora ao presidente Bush, primeiro-ministro Blair e todos aos outros líderes mundiais. Estamos pedindo a eles que façam algo extraordinário. Não pôr um homem na lua e sim, a humanidade toda de volta na terra. Temos a tecnologia, temos o conhecimento para acabar com a pobreza extrema ... se tivermos determinação ... e eu acredito que temos determinação.

Por Bono Vox

para quem haicais? para mim, para o que faz para o menos mais

Por Bith

I Crônicas, 1CR, 13:4, Toda a congregação concordou em fazer assim, porque isso pareceu justo aos olhos de todo o povo.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

"Os grandes carrascos da Humanidade, até onde se os pode entender, eram portadores de transtornos sexuais, que procuravam dissimular, transferindo-se para situações de relevo político, social, guerreiro, tornando-se temerários, porque sabiam da impossibilidade de serem amados." Joanna de Ângelis [Amor, Imbatível Amor / pelo espírito Joanna de Ângelis; [Psicografado por] Divaldo Pereira Franco. Salvador: LEAL, 2014. (Edição comemorativa dos 25 anos da Série Psicológica Joanna de Ângelis, volume 9).]

Por Divaldo Franco

Salmos, SL, 52:4, Você ama todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta!

Por Salmos, Antigo Testamento

Os momentos especiais de hoje são as memórias de amanhã.

Por Aladdin

Obrigado (por ter me deixado) Te encontrava nos cômodos todos. Nos pares de meia largados no chão, tão sem combinação quanto eu. Tão largados, amassados, sujos e esquecidos que não existiria metáfora melhor pra falar sobre mim. Doutor, isso passa? Nem tudo passa. E foi um baque descobrir que tem ferida que abre e inflama, tem ferida que abre e corta tanto que leva um pedaço da gente, tem ferida de todo tipo e tanta gente ferida por baixo da roupa que nem dá pra perceber quando se esbarra numa delas pela rua. Eu tava meio despedaçado. Desesperado mesmo. Numa loucura indigna, mas com um quê de drama-psicológico-monólogo-acelerado e me faltou ar. Me faltou ar por conta da pressão e da altitude. O ar congelou e eu fiquei rarefeito. Achava que as coisas todas passavam e foi um baque, como já disse, quando soube que a dor tinha estacionado. Parado bem na minha frente e me atingido numa baliza perfeita. Nem deu tempo de me despedir quando saía do chão e engolia poeira. Doutor, adianta anotar a placa do carro? Você foi aquela quase-coisa-que-deu-certo, sabe? Que me prende no “e se…” que eu nunca vou saber porque foi feita uma escolha voluntária. Aquele meu quase-amor que dói mais do que se tivesse sido porque me arrancou de mim por todo. E você não me segurava, não segurava o banco, não segurava o balanço e me dizia com todas as letras que eu devia ter agradecido só por você ter aparecido. Ainda que estático, ainda que na sombra do quarto como quem avisa que pode levantar no meio da noite e ir embora. Eu só senti que deveria ter agradecido com todas as letras quando você acelerou. Acelerou o carro e parou tudo na minha frente . Será que a gente aprende a dirigir outrra vez? Digo, não no sentido literal da coisa. Mas quanto tempo demora pra passar algo que não se passa? Pra sempre é tempo demais, mesmo que tivessem me cortado o acelerador e eu tivesse que empurrar o carro. No fundo, eu entendi que era tudo uma questão de visão: não tem “e se…” porque você foi. Sem prestar condicionalidade ou oferecer proposta. Você foi e pronto, acabou. A gente é que tem essa mania de estender a história pra tentar se sentir bem depois que é abandonado. Pra encher a cabeça e fingir que ainda vive aquilo. Ou pior: pra provar que você nem sempre foi assim e que se importava, sim, comigo. Mesmo que tudo indique e negue isso. Daí eu retomo os fatos e me lembro, de novo, de você reclamar de eu nunca ter te agradecido. E vejo as faltas, vejo os lapsos, vejo como você nem me fazia tão bem assim. Vejo aquela dependência e me pergunto como eu podia considerar que era amor alguém que vai (embora) sem a menor consideração com você. Se não existiu consideração pelo que se viveu, o outro já admite que nem ligava. E eu lá vou me matar, me envenenar, me tratar com dó como se você merecesse isso? E eu, que sempre fui mal-educado pra você, que nunca soube expressar direito os berros não dados, as noites mal dormidas enquanto lutava pra trancar o teu fantasma aqui dentro (da casa e de mim), queria que passasse e não percebia o controverso estado em que estava. Se queria que passasse, por que aprisionar uma projeção bonita de você que nunca existiu? Foi bem melhor pra mim. E agora eu agradeço pela melhor coisa que você fez por mim: obrigado (por você ter me deixado).

Por Daniel Bovolento