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Ah, tá Você achou que eu ia te salvar Mas amor, tem que vir de você e não de mim Ah, você nunca me quis assim Mas queria que eu te desafogasse Num boca a boca sem fim Mas eu não sou teu salva-vidas Não sou tua santa cura, não sou o teu vale-serotonina Eu não sou teu confessionário Você não vai ser perdoado se rezar ajoelhado
Por GeoFilipenses, FP, 1:5, Dou graças pela maneira como vocês têm participado na proclamação do evangelho, desde o primeiro dia até agora.
Por Filipenses, Novo TestamentoLamentações de Jeremias, LM, 2:14, As visões que os seus profetas lhe anunciaram eram falsas e enganosas. Eles não expuseram a maldade do que você fazia, para restaurarem a sua sorte, mas anunciaram visões falsas, que a levaram ao cativeiro. Sâmeque -
Por Lamentações de Jeremias, Antigo TestamentoEis um universo tão imenso que eu estou perdido nele. Não sei mais onde estou. Eu sou apenas nada. Nosso mundo é aterrorizante em sua insignificância.
Por Bernard FontenelleA pureza do pensamento exige a pureza da alma: eis uma verdade geral que nada poderá abalar.
Por A.D. SertillangesJosué, JS, 4:17, Então Josué ordenou aos sacerdotes, dizendo: - Saiam do Jordão.
Por Josué, Antigo TestamentoNOSTALGIA (num dia de chuva) Como a chuva se compõe angustiante Nublada, penosa e tão cheia de teor Que torna o céu de acinzentada cor O fôlego se ausenta por um instante O chão encharcado e tão ressonante Causa na sensação pulsação e temor Na batida da chuva, num tom maior Pingo a pingo, ela, estronda meliante Também, ermo, também, n’alma toca E a emoção relenta e, no peito sufoca Em um versejar que saudade contém Junto, pois, o meu pranto, e a agonia Chove lá fora, respingando na poesia Nostalgia, é chuvarada, nela alguém! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 19 janeiro, 2025, 14’08” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol