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A criança é alegria como o raio de sol e estímulo como a esperança.

Por Coelho Neto

Lucas, LC, 6:15, Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelote;

Por Lucas, Novo Testamento

I Reis, 1RS, 22:15, Quando ele chegou à presença do rei, este lhe perguntou: - Micaías, devemos ir a Ramote-Gileade para a batalha ou devemos nos conter? Ele respondeu: - Vá! Você triunfará! O Senhor a entregará nas mãos do rei.

Por I Reis, Antigo Testamento

Não há nada como um sonho para criar o futuro. O amanhã começa agora!

Por Johnnie Walker

Se você não comete erros, você não está realmente tentando.

Por Coleman Hawkings

Mateus, MT, 18:21, Então Pedro, aproximando-se, perguntou a Jesus: - Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?

Por Mateus, Novo Testamento

⁠Nem sempre os dias são leves — às vezes a vida pesa, as notícias não ajudam, e a solidão parece ecoar mais alto. Mas aí vem um momento bom, simples, quase despercebido: um café gostoso, um pôr do sol bonito, um passeio sem pressa. E é aí que eu percebo que estar sozinho não significa estar mal. Toda nuvem tem sua luz, mesmo que discreta. Então, sigo aproveitando os pequenos respiros, os dias bons quando eles aparecem. Aprendi que estar só também é estar inteiro. E mesmo quando o mundo parece cinza, ainda há cores — basta não parar de olhar.

Por Jonatas Oliveira

O fracasso deveria ser nosso professor, não nosso coveiro. Fracasso é adiamento, não derrota. É um desvio temporário, não um beco sem saída. Fracasso é algo que nós só podemos evitar não dizendo nada, não fazendo nada, e não sendo nada.

Por Denis Waitley

Nascer velho Eu queria que as pessoas nascessem velhas e morressem crianças. Pensem bem: o homem quando resolve viver, e quando tem tempo para isso, já está no fim da vida – careca, barrigudo, sem a menor disposição para nada. Por isso é que seria uma boa o homem nascer velho e morrer criança. Nascia com 80 anos e ia ficando moço até morrer na infância. Nascer velho. As amigas conversando: "Nasceu meu filho. Perfeitinho, 80 anos, 75 quilos, 1,80 m de altura." "E como vai se chamar?" "Ah, eu tinha escolhido Luis Antônio, mas ele mesmo foi ao cartório e se registrou: Aroldo." Aí vinha outra: "Não está lindo meu filho? Mas, peraí, de calcinha e sutiã? É que eu esperava menina e tal..." E quando chegasse uma visita, a mãe chamaria: "Venham ver, hoje ele deu a primeira tossida. Tosse aí para a moça ver." Como todo bom velhinho, você nasceria com o direito a ser neurastênico e ranzinza. Nos berçários, filas de cadeiras de balanço com os velhinhos pigarreando sob cuidados de geriatras, se queixando das doenças de recém-nascido. Mas nada faria mal porque todo mal já estaria feito. Você só iria melhorando a cada dia. Os anos e as semanas caminhariam para trás. Sexta, quinta, quarta, terça, segunda-feira virava sábado. Quer coisa melhor? E se a vida corresse para trás, tudo seria mais fascinante. Acordei com uma ressaca tão grande hoje. Estou imaginando o pileque que eu vou tomar de noite. Se nascesse com 80 anos, você, aos 60, casaria. E aí? Uma desvantagem: casava com uma velha. Mas é preciso não esquecer que, com o correr do tempo, a sua mulher ia ficando cada dia melhor. Mais moça, até ficar viçosa e se transformar num ‘pancadão’ de mulher aos 20 anos. E vocês, depois do casamento, ficariam noivos e depois de noivos seriam namorados, até chegar ao amor infantil, puro e desinteressado. O amor de duas crianças apagando das árvores os corações entrelaçados. Você nasceria rico, aposentado e sábio. Na sua profissão você seria um gênio. Ganharia cada vez menos até chegar à faculdade para ir desaprendendo. E ficava mais ingênuo, mais burro e mais puro. No fim da vida, você teria a pureza absoluta. Andar de bicicleta, nadar pelado no rio, trepar em árvores, soltar barquinho de papel nas enxurradas. A bola, a pipa o chiqueirinho, o boneco de pano. Do chiqueirinho para o berço, o chocalho e pararia de chorar. E com o tempo correndo para trás, a humanidade regrediria dos séculos. Colombo e Cabral, de marcha a ré, "desdescobriram" o novo mundo. Chegaríamos a "desinvenção" da roda e o desconhecimento do fogo até o último homem, o último primeiro, quando entra um Deus pegando nas mãos e, ao invés de soprar, inspiraria o homem outra vez para dentro de si.

Por Chico Anysio

⁠Isso é uma prova que a arte pode durar pela vida, até durante momentos difíceis.

Por Fernanda Torres