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ENFADA DANÇA Oh, meu melancólico sofrimento Por que no silêncio recomeças Ritmando o árduo sentimento Numa agitada dança, as pressas Eu vago sozinho pelo lamento Na solidão, que queres?... Peças! No dia, na noite, és só firmamento Assim, sem que nada te impeças Tu danças ao amuo do vento Ao relento, trazendo o medo E o pranto. Oh doce fomento Um enredo... sou desesperança Vago só e errante neste lajedo E tu me leva nesta enfada dança © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 13/12/2019, cerrado goiano
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLO foco central do meu trabalho é entender os jogadores e, depois disso, desenvolver a parte tática.
Por Fernando DinizEscrevia-a com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e não é difícil antever o que poderá sair desse conúbio.
Por Machado de AssisGênesis, GN, 42:16, Enviem um de vocês, que busque o seu irmão. Vocês ficarão detidos para que sejam provadas as palavras de vocês, se há verdade no que dizem; ou se não, juro pela vida de Faraó que vocês são espiões.
Por Gênesis, Antigo TestamentoIsaías, IS, 9:20, Abocanham à direita e ainda têm fome, devoram à esquerda e não se fartam; cada um come a carne do seu próprio braço.
Por Isaías, Antigo TestamentoDeuteronômio, DT, 4:12, Então o Senhor falou a vocês do meio do fogo e vocês ouviram o som das palavras dele. Vocês ouviram a voz, mas não viram aparência nenhuma; só escutaram a voz.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoO coração tem domicílio no peito. Comigo a anatomia ficou louca. Sou todo coração.
Por Vladimir MaiakóvskiAs doutrinas religiosas: todas são ilusões, são indemonstráveis e ninguém pode ser obrigado a tomá-las por verdadeiras, a acreditar nelas. Algumas são tão inverossímeis, se encontram de tal modo em contradição com tudo o que descobrimos ardualmente sobre a realidade do mundo, que podem ser comparadas- considerando devidamente as diferenças psicológicas - às ideias delirantes. É impossível julgar o valor de realidade da maior parte delas.
Por Sigmund FreudFomos nos habituando, de tal modo que passamos a pactuar com a tragédia, aceitando-a como cotidiano. Me espanta essa capacidade de acomodação da mentalidade, sua adaptação ao horror. Acredito que a gente possua um componente de perversidade que nos leva a encarar como normal esse pavor, a desejá-lo, às vezes, desde que não nos toque.
Por Ignácio de Loyola Brandão