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gelo na língua: a cara lisa, lagrimando brasa, em riso esquizo cacarejento estala, essa dor do cão!

Por Bruna Mitrano

Marcos, MC, 12:27, <J>Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Vocês estão completamente enganados.</J>

Por Marcos, Novo Testamento

Não temos tanta necessidade da ajuda dos amigos quanto da certeza da sua ajuda.

Por Epicuro

Atos, AT, 9:12, <J>e, numa visão, viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista.</J>

Por Atos, Novo Testamento

⁠Tudo o que eu tenho é Cristo! Isto não é um lamento. É um brado de vitória!

Por Josemar Bessa

Salmos, SL, 149:6, Nos seus lábios estejam os altos louvores de Deus, e, nas suas mãos, uma espada de dois gumes,

Por Salmos, Antigo Testamento

Outra forma de crescer é ter contato e nos colocar debaixo dos homens que receberam um ministério vivo e ungido por Deus; assim, nossa fé é alimentada. Os ministérios existem com o fim de produzir amadurecimento e aperfeiçoamento.

Por Bispo Rodovalho

I Reis, 1RS, 21:3, Porém Nabote disse a Acabe: - Que o Senhor Deus me livre de lhe dar a herança de meus pais.

Por I Reis, Antigo Testamento

A vida cristã é uma vida de morte e ressurreição. Morremos todos os dias para a carne, mas também devemos ressuscitar todos os dias pra Deus.

Por Bispa Lúcia Rodovalho

A T No amor basta uma noite para fazer de um homem um Deus. (PROPÉRCIO) Amoroso palor meu rosto inunda, Mórbida languidez me banha os olhos, Ardem sem sono as pálpebras doridas, Convulsivo tremor meu corpo vibra... Quanto sofro por ti! Nas longas noites Adoeço de amor e de desejos... E nos meus sonhos desmaiando passa A imagem voluptuosa da ventura: Eu sinto-a de paixão encher a brisa, Embalsamar a noite e o céu sem nuvens; E ela mesma suave descorando Os alvacentos véus soltar do colo, Cheirosas flores desparzir sorrindo Da mágica cintura. Sinto na fronte pétalas de flores, Sinto-as nos lábios e de amor suspiro... Mas flores e perfumes embriagam... E no fogo da febre, e em meu delírio Embebem na minh’alma enamorada Delicioso veneno. Estrela de mistério! em tua fronte Os céus revela e mostra-me na terra, Como um anjo que dorme, a tua imagem E teus encantos, onde amor estende Nessa morena tez a cor de rosa. Meu amor, minha vida, eu sofro tanto! O fogo de teus olhos me fascina, O langor de teus olhos me enlanguece, Cada suspiro que te abala o seio Vem no meu peito enlouquecer minh’alma! Ah! vem, pálida virgem, se tens pena De quem morre por ti, e morre amando, Dá vida em teu alento à minha vida, Une nos lábios meus minh’alma à tua! Eu quero ao pé de ti sentir o mundo Na tu’alma infantil; na tua fronte Beijar a luz de Deus; nos teus suspiros Sentir as virações do paraíso... E a teus pés, de joelhos, crer ainda Que não mente o amor que um anjo inspira, Que eu posso na tu’alma ser ditoso, Beijar-te nos cabelos soluçando E no teu seio ser feliz morrendo! Dezembro, 1851

Por Álvares de Azevedo