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Apesar de todo progresso, conceitos e padrões atuais Sou do tipo que na verdade sofre por amor e ainda chora de saudade
Por Erasmo CarlosNão é orgulho, é autorresponsabilidade, Não é egoísmo, é autorrespeito, Não é postura passiva, é falta de reforço positivo, Sim, algumas vezes precisamos fingir demência, um dia cai no esquecimento. E está tudo certo.
Por Soraya Rodrigues de AragaoTalvez ver alguém que você ama sofrer possa lhe ensinar mais sobre o sofrimento do que passar por ele.
Por Dodie SmithPoema V A Federico García Lorca Companheiro, morto desassombrado, rosácea ensolarada quem senão eu, te cantará primeiro. Quem senão eu pontilhada de chagas, eu que tanto te amei, eu que bebi na tua boca a fúria de umas águas eu, que mastiguei tuas conquistas e que depois chorei porque dizias: “amor de mis entrañas, viva muerte”. Ah! Se soubesses como ficou difícil a Poesia. Triste garganta o nosso tempo, TRISTE TRISTE. E mais um tempo, nem será lícito ao poeta ter memória e cantar de repente: “os arados van e vên dende a Santiago a Belén”. Os cardos, companheiro, a aspereza, o luto a tua morte outra vez, a nossa morte, assim o mundo: deglutindo a palavra cada vez e cada vez mais fundo. Que dor de te saber tão morto. Alguns dirão: Mas se está vivo, não vês? Está vivo! Se todos o celebram Se tu cantas! ESTÁS MORTO. Sabes por quê? “El passado se pone su coraza de hierro y tapa sus oídos con algodón del viento. Nunca podrá arrancársele un secreto.” E o futuro é de sangue, de aço, de vaidade. E vermelhos azuis, braços e amarelos hão de gritar: morte aos poetas! Morte a todos aqueles de lúcidas artérias, tatuados de infância, de plexo aberto, exposto aos lobos. Irmão. Companheiro. Que dor de te saber tão morto.
Por Hilda HilstÊxodo, EX, 34:13, Pelo contrário, derrubem os altares deles, quebrem as suas colunas e cortem os postes da deusa Aserá.
Por Êxodo, Antigo TestamentoSó engrandecemos o nosso direito à vida cumprindo o nosso dever de cidadãos do mundo.
Por Mahatma Gandhi