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⁠Não deu, a sorte me enganou A mulher que eu queria da noite pro dia arrumou um amor Lê minha mão de novo, eu preciso saber Diga se vou ter sorte, cigana, sorte pra esquecer

Por João Carreiro

O amor verdadeiro é algo bem diferente. É quando o resto do mundo se cala. Não são os olhos que se encontram, mas as almas que dançam. Acolhem-se um no outro. Cedem espaço um para o outro até que não haja mais onde se esconder.

Por Bridgerton (série)

II Crônicas, 2CR, 26:14, Uzias preparou para todo o exército escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos e até fundas para atirar pedras.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Neemias, NE, 10:20, Magpias, Mesulão, Hezir,

Por Neemias, Antigo Testamento

MEU SONHO EU Cavaleiro das armas escuras, Onde vais pelas trevas impuras Com a espada sanguenta na mão? Por que brilham teus olhos ardentes E gemidos nos lábios frementes Vertem fogo do teu coração? Cavaleiro, quem és? — O remorso? Do corcel te debruças no dorso... E galopas do vale através... Oh! da estrada acordando as poeiras Não escutas gritar as caveiras E morder-te o fantasma nos pés? Onde vais pelas trevas impuras, Cavaleiro das armas escuras, Macilento qual morto na tumba?... Tu escutas... Na longa montanha Um tropel teu galope acompanha? E um clamor de vingança retumba? Cavaleiro, quem és? que mistério... Quem te força da morte no império Pela noite assombrada a vagar? O FANTASMA Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!...

Por Álvares de Azevedo

Negritude Ouço o eco gemendo, Os gritos de dor, Dos navios negreiros. Ouço o meu irmão, Agonizando a fala, Lamentando a carne Pisada, Massacrada, Corrompida. Sinto a dor humilhante, Do pudor sequestrado, Do brio sem arbítrio, Ao longe atirado, Morto e engavetado, Na distância do tempo. Dói-me a dor do negro, Nas patas do cavalo, Dói-me a dor dos cavalos. Arde-me o sexo ultrajado Da negra cativa, Usada no tronco, Quebrada e inservida, Sem prazer de sentir, Sem desejos de vida, Sem sorrisos de amor, Sem carícias sentidas, Nos seus catorze anos de terra. Dói-me o feto imposto ao negro útero virgem. Dói-me a falta de registro, do negro nunca visto Além das senzalas, No comer no cocho, No comer do nada. Sangra-me o corte na pele, Em abertas feridas, De dores doídas, No estalo da chibata. Dói-me o nu do negrinho Indefeso escravozinho, Sem saber de razões. Dói-me o olho esbugalhado, No rosto suado, No medo cravado, No peito do menino. Dói-me tudo e sobre tudo, O imporque do fato. Meus pêsames sinceros à mentira multicolor da princesa Isabel. Mas contudo, Além de tudo E muito mais por tudo, Restou-me invulnerável, Um imutável bem: Ultrajadas as raízes, Negados os direitos, Ninguém roubou-me o lacre da pele. Nenhum senhor. Ninguém!

Por Geni Guimarães

Provérbios, PV, 24:13, Meu filho, coma mel, porque é saudável, e o favo, porque é doce ao seu paladar.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 32:23, Entraram nela e dela tomaram posse, mas não obedeceram à tua voz, nem andaram na tua lei; de tudo o que lhes mandaste que fizessem, nada fizeram. Por isso, trouxeste sobre eles todo este mal.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Marcos, MC, 1:44, E lhe disse: <J> - Olhe! Não conte nada a ninguém, mas vá, apresente-se ao sacerdote e ofereça,</J> <J>pela sua purificação, o sacrifício que Moisés ordenou, para servir de testemunho ao povo.</J>

Por Marcos, Novo Testamento

O amor é horrível. É doloroso, assustador. Faz você duvidar de si próprio. Faz com que você diga e faça coisas que nunca pensou que faria! É o que todos queremos e é um inferno quando conseguimos! Dá pra imaginar por que não queremos passar por isso sozinhos.

Por Fleabag