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⁠O problema com o silêncio é que ele não pode falar e dizer por que está silencioso. E assim o silêncio se acumula, se amplificando, ganha vida fora de nossas intenções. Esse silêncio pode ser mal interpretado como indiferença, ou evasão, ou mesmo vergonha, e eventualmente ele se transforma em esquecimento.

Por Cathy Park Hong

Jeremias, JR, 38:16, Então Zedequias jurou secretamente a Jeremias, dizendo: - Tão certo como vive o Senhor, que nos deu a vida, não o matarei, nem o entregarei nas mãos desses homens que querem matá-lo.

Por Jeremias, Antigo Testamento

O que acontecera em Setembro proximo vai condicionar por muitos anos a vida dos angolanos. O filho do macaco nao se cria em duas florestas ao mesmo tempo; deve ser criado numa floresta apenas, habitua se a esta e mais descobrira os seus caminhos.

Por Jonas Savimbi

⁠O que está por baixo desta superfície de civilidade? Alguma coisa maligna, eu apostaria.

Por Alice: Madness Returns

Números, NM, 28:27, Então ofereçam ao Senhor por holocausto, em aroma agradável, dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano.

Por Números, Antigo Testamento

Romance Sonâmbulo (A Gloria Giner e a Fernando de los Rios) Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar e o cavalo na montanha. Com a sombra pela cintura ela sonha na varanda, verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Verde que te quero verde. Por sob a lua gitana, as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las. Verde que te quero verde. Grandes estrelas de escarcha nascem com o peixe de sombra que rasga o caminho da alva. A figueira raspa o vento a lixá-lo com as ramas, e o monte, gato selvagem, eriça as piteiras ásperas. Mas quem virá? E por onde?... Ela fica na varanda, verde carne, tranças verdes, ela sonha na água amarga. — Compadre, dou meu cavalo em troca de sua casa, o arreio por seu espelho, a faca por sua manta. Compadre, venho sangrando desde as passagens de Cabra. — Se pudesse, meu mocinho, esse negócio eu fechava. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Compadre, quero morrer com decência, em minha cama. De ferro, se for possível, e com lençóis de cambraia. Não vês que enorme ferida vai de meu peito à garganta? — Trezentas rosas morenas traz tua camisa branca. Ressuma teu sangue e cheira em redor de tua faixa. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Que eu possa subir ao menos até às altas varandas. Que eu possa subir! que o possa até às verdes varandas. As balaustradas da lua por onde retumba a água. Já sobem os dois compadres até às altas varandas. Deixando um rastro de sangue. Deixando um rastro de lágrimas. Tremiam pelos telhados pequenos faróis de lata. Mil pandeiros de cristal feriam a madrugada. Verde que te quero verde, verde vento, verdes ramas. Os dois compadres subiram. O vasto vento deixava na boca um gosto esquisito de menta, fel e alfavaca. — Que é dela, compadre, dize-me que é de tua filha amarga? — Quantas vezes te esperou! Quantas vezes te esperara, rosto fresco, negras tranças, aqui na verde varanda! Sobre a face da cisterna balançava-se a gitana. Verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Ponta gelada de lua sustenta-a por cima da água. A noite se fez tão íntima como uma pequena praça. Lá fora, à porta, golpeando, guardas-civis na cachaça. Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar. E o cavalo na montanha.

Por Federico García Lorca

É uma boa coisa exigir liberdade para nós mesmos e para aqueles que concordam conosco, mas é uma coisa ainda melhor e mais rara dar liberdade a outros que discordam de nós

Por Franklin Roosevelt

Grupos inteiros de populações se deixam morrer lentamente de fome, apesar de comerem todos os dias.

Por Josué de Castro

Quando Deus cura um corpo, é algo temporal, mas quando Deus salva uma alma, é eterno.

Por Benny Hinn

Cabelo é beleza. Cabelo é poder.

Por A Vida e a História de Madam C.J. Walker