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São tempos difíceis. Vamos dar ao povo algo para sonhar.

Por A Imperatriz (série)

De tão interessante que a vida é a todos os momentos, a vida chega a doer, a enjoar, a roçar, a ranger, a dar vontade de dar pulos, de ficar no chão, de sair para fora de todas as casas, de todas as lógicas, de todas as sacadas, e ir ser selvagem entre árvores e esquecimentos.

Por Álvaro de Campos

Lamentações de Jeremias, LM, 5:14, Os anciãos já não se reúnem junto ao portão da cidade; os jovens já não cantam mais.

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

Deuteronômio, DT, 28:8, - O Senhor determinará que a bênção esteja nos seus celeiros e em tudo o que colocarem a mão; ele os abençoará na terra que o Senhor, seu Deus, lhes dá.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Salmos, SL, 3:6, Não tenho medo dos milhares que tomam posição contra mim de todos os lados.

Por Salmos, Antigo Testamento

Romanos, RM, 2:10, mas haverá glória, honra e paz a todo aquele que pratica o bem, ao judeu primeiro e também ao grego.

Por Romanos, Novo Testamento

Lembrar-me-ei de ti Lembrar-me-ei de ti, e eternamente Hei de chorar tua fatal ausência, Enquanto atroz saudade Não extinguir-me a seiva da existência; E recordando amores que frui, Por estes sítios sempre entre suspiros Lembrar-me-ei de ti. De noite no aposento solitário Cismando a sós, verei a tua imagem Aparecer-me pálida e saudosa Dos sonhos na miragem; E então chorando o anjo que perdi, Meu leito banharei de ardente pranto Chamando em vão por ti. Quando a manhã formosa alvorecendo De seus fulgores inundar o espaço, Demandarei saudoso Esse lugar em que no extremo abraço Teu lindo corpo ao peito meu cingi; E deste vale os ecos acordando Perguntarei por ti. Quando por trás daqueles arvoredos O sol sumir-se, vagarei sozinho Por essas sombras, onde outrora juntos Nos sentamos à borda do caminho; E às auras que suspiram por ali, Inda teu doce nome murmurando, Hei de falar de ti. Além, onde sonora a fonte golfa À sombra de um vergel sempre viçoso, Que sobre nós mil flores entornava, Irei beijar a relva em que ditoso Sobre teu seio a fronte adormeci, E com a clara linfa que murmura, Suspirarei por ti. E quando enfim secar-se a última lágrima Nos olhos meus em triste desalento, Bem como a lira, em que gemendo estala A extrema corda com dorido acento, No sítio em que a primeira vez te vi, Exalando um suspiro, de saudades Hei de morrer por ti.

Por Bernardo Guimarães

Cara de malandro Chamando as atenções Olhar desconfiado Segundas intenções

Por Dalsin

Você desfrutou de um flerte que não prejudicou nenhum de vocês até agora, mas deve terminar antes que haja uma conversa prejudicial (...), ou você será a única a sofrer.

Por Belgravia

Nunca falar de si mesmo aos outros, e falar-lhes sempre deles mesmos, é a essência da arte de agradar. Cada um o sabe e todos o esquecem.

Por Jules Goncourt