Veja outros textos inspiradores!

Jeremias, JR, 29:19, Porque eles não deram ouvidos às minhas palavras, diz o Senhor, que sempre de novo lhes enviei por meio dos meus servos, os profetas. E vocês também não quiseram ouvir, diz o Senhor.

Por Jeremias, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 26:23, Dos anramitas, dos isaritas, dos hebronitas, dos uzielitas,

Por I Crônicas, Antigo Testamento

⁠Você pode se sentir muito seguro comigo aqui agora, mas, quando eu partir com a caminhonete e você ficar sozinho, será um sensação muito diferente. É provável que você entre em pânico. Ou faça algo estúpido.

Por Deserto do Ouro (filme)

Ezequiel, EZ, 47:18, - No lado leste, a fronteira será entre Haurã e Damasco; entre Gileade e a terra de Israel, será o Jordão; vocês medirão desde o limite do norte até o mar Morto. Esta será a fronteira do lado leste.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 29:17, Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações e que te agradas da sinceridade. Eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas, e acabo de ver com alegria que o teu povo aqui reunido te faz ofertas voluntariamente.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

A VIDA (LIFE) A vida, acredita, não é um sonho Tão negro quanto os sábios dizem ser. Freqüentemente uma manhã cinzenta Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta. Às vezes há nuvens sombrias Mas é apenas em certos dias; Se a chuvada faz as rosas florir Ó porquê lamentar e não sorrir? Rapidamente, alegremente As soalhentas horas da vida vão passando Agradecidamente, animadamente Goza-as enquanto vão voando. E quando por vezes a morte aparece E consigo o que de melhor temos desaparece? E quando a dor se aprofunda E a esperança vencida se afunda? Oh, mesmo então a esperança há-de renascer, Inconquistável, sem nunca morrer. Alegre com a sua asa dourada Suficientemente forte para nos fazer sentir bem Corajosamente, sem medo de nada Enfrenta o dia do julgamento que vem. Porque gloriosamente, vitoriosamente Pode a coragem o desespero vencer.

Por Emily Brontë

Todo mundo fica preocupado com imagem, carreira… mas não se preocupam em julgar o outro errado.

Por Juliette Freire

Os Três Mal-Amados O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome. O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos. O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina. O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos. Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina. O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água. O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome. O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel. O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso. O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala. O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

Por João Cabral de Melo Neto

Mateus, MT, 5:25, <J> - Entre em acordo sem demora com o seu adversário, enquanto você está com ele a caminho, para que o adversário não entregue você ao juiz, o juiz entregue você ao oficial de justiça, e você seja jogado na prisão.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Jeremias, JR, 7:33, Os cadáveres deste povo servirão de alimento às aves dos céus e aos animais selvagens; e não haverá ninguém que os espante.

Por Jeremias, Antigo Testamento