Veja outros textos inspiradores!
Só se servem do pensamento para autorizar as suas injustiças e só empregam as palavras para disfarçar os pensamentos.
Por VoltaireJoão, JO, 12:49, <J>Porque eu não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me ordenou o que dizer e o que anunciar.</J>
Por João, Novo TestamentoTem erro na imagem do inimigo, o perigo nao bota camisa na cara no distrito, é o que te estilista e usa seda, tem curso superior pra matar criança indefesa.
Por Facção CentralCom ele eu sentia como se estivesse sendo arrastada por uma maré invisível, completamente incapaz de mudar a direção.
Por Christina LaurenIsaías, IS, 64:7, Não há ninguém que invoque o teu nome, que se disponha a apegar-se a ti. Porque escondes de nós o teu rosto e nos consomes por causa das nossas iniquidades.
Por Isaías, Antigo TestamentoEdificante Poema Escrito em Portuñol Don Ramón se tomo um pifón: bebia demasiado, don Ramón! Y al volver cambaleante a su casa, avistó em el camino: um árbol y um toro... Pero como veia duplo, don Ramón vio um árbol que era y um árbol que no era, um toro que era y um toro que no era. Y don Ramón se subió al árbol que no era: Y lo atropelo el toro que era. Triste fim de don Ramón!
Por Mario QuintanaE onde você está? A verdade é que já se passaram mil noites malditas sem o seu abraço É estranho, sou viciado no seu amor
Por Iñigo QuinteroAmar o seu próprio corpo é um ato revolucionário porque é ir contra tudo o que te ensinaram e foi construído em você. É você começar um movimento de fazer as pazes consigo mesma, de parar esse relacionamento abusivo consigo mesma e começar a se amar.
Por Alexandra GurgelVaso Grego Esta de áureos relevos, trabalhada De divas mãos, brilhante copa, um dia, Já de aos deuses servir como cansada, Vinda do Olimpo, a um novo deus servia. Era o poeta de Teos que a suspendia Então e, ora repleta ora, esvazada, A taça amiga aos dedos seus tinia Toda de roxas pétalas colmada. Depois... Mas o lavor da taça admira, Toca-a, e, do ouvido aproximando-a, às bordas Finas hás de lhe ouvir, canora e doce, Ignota voz, qual se da antiga lira Fosse a encantada música das cordas, Qual se essa voz de Anacreonte fosse.
Por Alberto de Oliveira