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Os dias de Job Às vezes rezo sou um cego e vejo as palavras o reunir das sombras às vezes nada digo estendo as mãos como uma concha puro sinal da alma a porta queria que batesses tomasses um por um os meus refúgios estes dedos inquietos na ignorância do fogo pois que tempo abrigará os anjos e que dia erguerá todo o sol que há nas dunas por isso às vezes chove quando rezo às vezes quase neva sobre o pão
Por José Tolentino MendonçaApenas uma criança vê as coisas com perfeita clareza, porque não desenvolveu todos os filtros que nos impedem de ver as coisas que nós não esperamos ver.
Por Douglas AdamQuando o amor acaba por ele mesmo, quando existe incompatibilidade entre as personalidades dos amantes, suas reações à perda não chegam nunca ao desespero trágico dos desfechos produzidos de fora para dentro, do social para o pessoal, do desamor geral contra o amor possível. Os amantes sabem que só se ama por inteiro, ou então o que estão fazendo não é amor, mas uma associação de interesses mútuos, um negócio. Além disso, quando se ama, não se está pensando em segurança, duração, controle, posse, pois isso corresponde à forma com que o autoritarismo capitalista familiar ou de estado se expressa no plano pessoal e afetivo. Se sou um libertário, desejo que tanto eu quanto o meu parceiro vivamos o amor em liberdade, na emoção, no espaço e no tempo. É o amor em si mesmo que comanda a intensidade, a beleza, a forma e a duração do nosso amor, em cada um e entre os dois, jamais o contrário.
Por Roberto FreireNão sou eu quem descrevo. Eu sou a tela E oculta mão colora alguém em mim. Pus a alma no nexo de perdê-la E o meu princípio floresceu em Fim.
Por Fernando PessoaAchei que seria ótimo, sabe? Ficar algum tempo sozinho, com meus pensamentos… Acontece que eu não tenho tantos pensamentos assim. (Joey)
Por Friends