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Me faça imortal com um beijo.

Por Christopher Marlowe

Provérbios, PV, 20:12, O ouvido que ouve e o olho que vê, o Senhor os fez, tanto um como o outro.

Por Provérbios, Antigo Testamento

No decorrer da viagem, Alice encontra muitos caminhos que seguiam em várias direções. Em dado momento, ela perguntou a um gato sentado numa árvore: - Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui? - Isso depende muito de para onde queres ir - respondeu o gato. - Eu não sei. O gato, então, respondeu sabiamente: - Sendo assim, qualquer caminho serve.

Por Alice no país das maravilhas Lewis Carroll

GRANDIOSIDADE (poeminha do amor de mãe) Lamentar-se em pranto na praia Não polui o mar... Pois que toda aquela água São tão somente lágrimas De uma mãe que também chora Na mesma proporção... Do amor que tem pra dar.

Por Bruno Bezerra

Prometi sempre ser sincero, mas não fui.

Por Ad Astra - Rumo às Estrelas

DoDia e DaNoite DoDia o sol ruboresce no cerrado torto, desigual DaNoite o céu estrelece e os sonhos num ritual... Banha-se o rosto na bica fria, da madrugada DoDia Estórias já são DaNoite, futrica pois, é o tempo em travessia. DaNoite e ou DoDia, a poesia plica. E segui a sina... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 31 de maio, 2018 Cerrado goiano

Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

As palavras eram outra espada para o homem que as manejava bem.

Por Brent Weeks

Farto de ver. A visão que se reecontra em toda parte. Farto de ter. O ruído das cidades, à noite, e ao sol, e sempre. Farto de saber. As paradas da vida. - Ó Ruídos e Visões! Partir para afetos e rumores novos.

Por Arthur Rimbaud

Não quero o seu amor, a menos que você saiba que sou repulsivo e me ame mesmo assim.

Por Georges Bataille

Os vivos ouvem poucamente. As plantas, como o elemento aquático domina, são dadas à conversa. A menor brisa abala a urna de concórdia estremecida que, assim, sensível, se derrama e é solidão solícita. Os vivos não ouvem nada. Mas, havendo acedido a essa malícia de experiência cândida, os mortos deixam que o ouvido siga o fluvial diálogo das plantas umas com outras e todas com a brisa. Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas, as plantas se sentem mais sozinhas, os mortos brincam à imitação das águas inventando palavras de consonâncias líquidas. E esse amoroso cuidado de palavras a urna de concórdia vegetal espevita até que, a horas altas, a noite, os mortos e as plantas caiam no sono duma luz solícita.

Por Fernando Echevarría