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Nós todos estamos confrontados com uma série de grandes oportunidades brilhantemente disfarçadas de situações impossíveis.”
Por Charles SwindollSe buscar culpados por um acidente, todos vão parecer suspeitos.
Por Através da Minha Janela: Olhos nos Olhos (filme)Levítico, LV, 16:4, Ele vestirá a túnica sagrada de linho, terá as calças de linho sobre a pele, porá o cinto de linho na cintura e se cobrirá com a mitra de linho; são estas as vestes sagradas. Banhará o seu corpo em água e então porá essas vestes.
Por Levítico, Antigo TestamentoSaboreiem do amor tudo o que um homem sóbrio saboreia do vinho, mas não se embebedem.
Por Alfred de MussetEfésios, EF, 3:4, Ao lerem o que escrevi, poderão entender a minha compreensão do mistério de Cristo,
Por Efésios, Novo TestamentoDeuteronômio, DT, 20:17, Pelo contrário, como o Senhor, seu Deus, ordenou, vocês devem destruí-las totalmente: os heteus, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus,
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoLembrar-me-ei de ti Lembrar-me-ei de ti, e eternamente Hei de chorar tua fatal ausência, Enquanto atroz saudade Não extinguir-me a seiva da existência; E recordando amores que frui, Por estes sítios sempre entre suspiros Lembrar-me-ei de ti. De noite no aposento solitário Cismando a sós, verei a tua imagem Aparecer-me pálida e saudosa Dos sonhos na miragem; E então chorando o anjo que perdi, Meu leito banharei de ardente pranto Chamando em vão por ti. Quando a manhã formosa alvorecendo De seus fulgores inundar o espaço, Demandarei saudoso Esse lugar em que no extremo abraço Teu lindo corpo ao peito meu cingi; E deste vale os ecos acordando Perguntarei por ti. Quando por trás daqueles arvoredos O sol sumir-se, vagarei sozinho Por essas sombras, onde outrora juntos Nos sentamos à borda do caminho; E às auras que suspiram por ali, Inda teu doce nome murmurando, Hei de falar de ti. Além, onde sonora a fonte golfa À sombra de um vergel sempre viçoso, Que sobre nós mil flores entornava, Irei beijar a relva em que ditoso Sobre teu seio a fronte adormeci, E com a clara linfa que murmura, Suspirarei por ti. E quando enfim secar-se a última lágrima Nos olhos meus em triste desalento, Bem como a lira, em que gemendo estala A extrema corda com dorido acento, No sítio em que a primeira vez te vi, Exalando um suspiro, de saudades Hei de morrer por ti.
Por Bernardo GuimarãesJoão, JO, 6:44, <J>Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.</J>
Por João, Novo Testamento